Como levar seu filho ao dentista

É só falar em dentista que você já se treme todo só de lembrar do famoso barulhinho do motor? Pais traumatizados com o dentista tendem a repassar o medo também para seus filhos, fazendo as crianças, desde cedo, serem desencorajadas a levar essa experiência com leveza.

Antes de estimular um novo trauma, lembre-se que a criança não faz ideia de como será o momento ali, naquela cadeira. Para ela, inclusive, pode até ser uma experiência nova e divertida – sem trauma algum. Por isso, é muito importante que os pais sejam cautelosos na hora de falar sobre o dentista com os pequenos.

Em dúvidas sobre como conduzir esse assunto? A gente te ajuda!

Neste artigo, confira 4 dicas de como levar o seu filho ao dentista (sem traumas envolvidos)!

1. Conscientize-se sobre o momento da primeira visita

As mamães já sabem que a primeira consulta ao dentista acontece ainda durante a gravidez – tanto para saber se a saúde dela está em dia, como também, para aprender a cuidar da boca do bebê nos primeiros meses. Como limpá-la, como efetuar o uso correto de mamadeiras e chupetas e como realizar a higienização bucal são exemplo de assuntos tratados nesse primeiro momento.

Depois, o retorno do bebê deve ser apenas quando o primeiro dente nasce, quando ele está com idade entre 6 e 8 meses.

2. Opte por um odontopediatra

O odontopediatra, como seu nome já nos dá a entender, nada mais é do que um profissional de odontologia infantil, ou seja, com técnicas e cuidados especializados para lidar da melhor maneira com os pequenos.

Esse especialista tem uma abordagem lúdica na hora de tratar e ensinar. Assim, eles transformam a rotina no dentista em magia e fazem com que os pequenos aprendam a cuidar da boca de uma forma leve e divertida.

3. Cuidado para não passar medo à criança

Ainda que nem sempre percebam, os pais são os grandes responsáveis por transmitir medos às crianças, como já mencionamos acima. Sendo assim, é ideal fazer com que a criança se sinta segura para ir ao dentista. Falar sobre experiências negativas ou fazer brincadeiras nesse sentido podem desencorajá-la a algo que ela ainda nem conhece.

Trate à ida ao dentista com naturalidade, transmita segurança e com certeza a experiência será mais tranquila do que o planejado!

4. Previna problemas dentários

Quanto melhor for a rotina de higiene bucal da criança, menores são as chances de que ela precise ir sempre ao dentista – especialmente para fazer procedimentos mais longos e dolorosos.

É o famoso “prevenir” para não “remediar”. Os pais devem participar ativamente do cuidado com a saúde bucal dos pequenos, fazendo a limpeza dos dentinhos e, quando eles já estiverem maiores, ensinando-os a manter a rotina ativa.

Outras dicas simples, mas que podem fazer a diferença:

• Explique sempre que o dentista vai apenas cuidar, que não é necessário se preocupar;

• Não encoraje ou permita brincadeiras de que o “dentista vai arrancar os dentes com o alicate” vindo de outras crianças ou até mesmo de adultos;

• Vá na consulta e, preferencialmente, leve seu filho também quando for a sua vez;

• Crie o hábito! Se a criança não gostar da primeira visita, leve-a novamente até que se acostume. Se necessário, repense o profissional.

Como identificar se seu filho está sofrendo bullying

Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes apontam que 1 a cada 10 estudantes no Brasil é vítima de bullying. Ficou assustado(a) com esse dado? Saiba que ele não é o único. De acordo com a ONU, após estudo de caso aplicado em 18 países, o número de crianças que já foi vítima dessa condição na escola chega a 46%.

Trazendo mais para a realidade do nosso país, uma pesquisa conduzida pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, solicitada pelo Ministério da Educação, mostrou ainda que 70% dos alunos brasileiros já vivenciou algum tipo de situação violenta no ambiente escolar.

Os dados são alarmantes, como você deve ter notado. E esse tipo de violência, ainda mais. Vamos entender melhor sobre ela?

Compreendendo o bullying

A expressão “bullying” vem do termo em inglês “bully”, que quer dizer “valentão”. Neste sentido, ela começou a ser utilizada para especificar modelos de agressões psicológicas ou físicas sofridas no ambiente escolar, geralmente por crianças que se consideram “mais fortes” ou “mais inteligentes” do que as vítimas.

Quase sempre o bullying é iniciado com brincadeiras de mal gosto, apelidos maldosos ou associações da criança vítima a situações negativas expondo partes da sua personalidade ou do seu corpo. Com o avanço da condição, no entanto, ela pode se manifestar até por meio de ataques físicos ou xingamentos.

Esse tipo de intimidação pode trazer consequências não só para a infância, mas também refletir na adolescência e se estender até a vida adulta. Por isso, é importante para os pais saber identificá-lo o quanto antes. A seguir neste artigo, conheça alguns sinais de que o seu filho pode ser uma vítima.

1. Falta de vontade de ir à escola

Com certeza um dos primeiros sintomas. A criança começa a fazer birra e se recusa a ir para a escola. Muitas vezes, ela justifica com falta de identificação com a matéria ou com o professor – de modo a evitar a exposição dos agressores.

2. Isolamento dos colegas da escola

A criança se isola daqueles colegas que costumava brincar ou ir às festinhas – e tende a querer estar acompanhada dos pais ou professores, uma vez que na presença dos mais velhos os agressores ficam intimidados.

3. Aparecimento de hematomas e machucados

Muita atenção para esse sinal! Principalmente no caso das crianças que não são tão ativas assim e não costumavam aparecer com o corpo ralado.

4. Uniforme ou materiais escolares também podem ser indicativos

Roupas rasgadas podem indicar brigas e atritos físicos, assim como os materiais escolares também podem ser danificados para provocar a criança. Preste atenção a todo e qualquer sinal!

5. Choro ou tristeza sem demais causas aparentes

É claro que outras condições, como transição escolar, perda de alguém da família ou mudanças de ambiente/casa/cidade podem deixar as crianças mais para baixo. No entanto, se a tristeza não tem outras causas aparentes, pode ser sim um sinal de que ela está sofrendo bullying.

Por fim, baixa autoestima, notas baixas, falta de apetite, agressividade ou irritabilidade constantes e até sintomas físicos, como dores de cabeça ou de barriga também podem ser indicativos. Fique sempre de olho e, se necessário, marque uma conversa na escola do seu filho para especular melhor.

Castigo realmente funciona? Dicas sobre educação dos filhos.

Vamos começar este artigo já convidando os pais e mães para a reflexão:

Vamos imaginar que você já esteja repetindo para o seu filho pela “milésima” vez para lembrar de fechar a torneira após o uso, para não deixar o cachorro fazer bagunça na sala ou para recolher os brinquedos antes de ir dormir. Mas parece que as palavras nunca fazem efeito e, mais uma vez, a atitude se repete com um piscar de olhos. Então você fica estressado(a) e acaba mandando ele ir para o quarto “pensar na sua atitude”. Logo depois, o coração chega a doer de tanto apertar e você se questiona se castigar é, ou não, a atitude correta a se ter com os baixinhos.

Hoje em dia, cada vez mais os pais se preocupam com métodos de educação infantil. Então a verdade é que essa dúvida é mais comum do que a gente imagina. Afinal, será que o castigo realmente funciona?

A seguir, vamos falar um pouco mais sobre isso.

Compreendendo o castigo

Muitos mais são adeptos ao castigo uma vez que eles resolvem, no curto prazo e de maneira muitas vezes imediata, um comportamento ruim ou inadequado. No entanto, quando falamos em educação, o longo prazo é bem mais relevante. E a punição só causa essa sensação de imediatismo, mas no fundo é uma armadilha, uma vez que essas atitudes trazem reflexos negativos para a criança, tais como os sentimentos de recuo, rebeldia, ressentimento ou até de vingança.

Por outro lado, quando os métodos utilizados para educar são mais colaborativos e inclusivos, fazendo com que os pequenos tenham liberdade para compartilhar e participar, eles se sentem parte daquilo, importantes e responsáveis. Pode demorar um pouco mais para gerar disciplina? Com certeza! Mas, aos poucos, é o caminho que trará melhores resultados no longo prazo.

Outras atitudes que você pode ter no lugar dessas

Se optar por castigar mesmo assim, é recomendado explicar ao seu filho o motivo para o castigo, de modo que ele não associe à atitude com suas irritações pessoais ou até com autoritarismo. Além disso, preste atenção nas palavras que você usa ao punir, de forma objetiva e sem fazê-la se sentira feia, suja ou humilhada.

O castigo deve acontecer na sequência do mau comportamento e, em hipótese alguma, deve ser acompanhado de agressão. Além disso, seja firme e justo: sem exceder os limites do que é considerado razoável para aquela situação.

Por fim, também considere:

• Reconhecer sua parcela de culpa: você gritou com seu filho? Seja honesto com ele! Reconheça o erro e peça desculpas, sem culpas ou críticas. Vai facilitar muito o processo lá na frente.

• Resolver o problema que causou essa situação: em vez de remoer eternamente as consequências de um eventual castigo, pense em como solucionar aquela situação para que ela não volte a acontecer. Tenha diálogo com a criança e faça com ela um acordo para que, justos, vocês evitem situações como aquela no futuro;

• Nunca deixar de estabelecer limites e acompanhar a situação de perto, além da própria evolução do seu filho.

Maneiras interessantes de organização do quarto das crianças

Uma criança saudável é uma criança que está sempre cheia de ideias, com novas brincadeiras, aventuras e, consequentemente, algumas travessuras à parte. O verdadeiro palco disso tudo os pais também já sabem qual é: o próprio quartinho delas.

Quem é pai ou mãe já vai se identificar de cara: os pequenos largam a mochila da escola de um lado, os brinquedos espalhados pelo chão, os sapatos para baixo da cama, cada meia para um lado… e por aí vai. E não é à toa que fiquem malucos(as) pensando na melhor foram de manter tudo em ordem.

Pensando em facilitar para os papais, separamos x maneiras interessantes de organizar o quartinho das crianças! Quem vem com a gente?

x maneiras interessantes de organização do quarto das crianças

1. Que tal apostar em cestos?

Os cestos são ótimas ideias para ajudar a manter o quarto dos pequenos organizado. Uma ideia é investir em cestos de arame, que combinam com tudo, são altamente duráveis e também muito acessíveis. Além do mais, aguentam bastante peso e você mesmo pode instalar.

2. Nessa pegada, você também pode escolher os ganchos

Em quartos pequenos, os ganchos podem fazer a diferença na organização – você pode distribui-los tanto nas paredes como atrás das portas, em tons coloridos.

Dica extra: coloque os ganchos em uma parede com um papel de parede que seja a cara do seu filho!

3. Dê um novo significado para a sapateira

Você sabia que a sapateira de porta pode ser um ótimo organizador de bichinhos de pelúcia? Pois é! Também é uma ótima opção!

4. Setorize os espaços por cor

Você pode utilizar faixas decorativas ou adesivos para dividir os espaços no quarto da criança por cor. Assim, você setoriza onde ela pode guardar os sapatos, os materiais escolares, livros, brinquedos etc.

5. Já conhece os organizadores laváveis?

Esses itens, além de duráveis, também são muito práticos para limpar: é só jogar na máquina! Sendo assim, são boas aliados da organização do quarto infantil.

6. Use os reciclados para manter tudo organizado

Se na cozinha os potinhos reciclados ganham nova função, no armazenamento de talheres ou temperos, por que no quarto dos pequenos não pode ser assim? Eles podem ajudar na organização de tesouras, giz, lápis, canetas, pincéis e muito mais!

7. E falando em reaproveitamento…

Caixote como aqueles que você encontra na feira ou em supermercados também podem ser aliados da organização do quarto dos pequenos – especialmente de coleções, sapatos ou brinquedos maiores.

É só deixar a criatividade tomar conta!

Organização do quarto infantil é com a gente da Etiquetas & Adesivos Decor!

A Etiquetas & Adesivos Decor tem tudo o que você imagina para proporcionar o que há de mais prático em decoração e ambientalização para o quarto dos baixinhos! E já fique sabendo que praticidade é a palavra-chave que nos move: todos os adesivos, faixas, papéis de parede, adesivos de azulejo e demais produtos podem ser aplicados por você mesmo, com muita facilidade e sem sujeira!

Ah, e tem mais. Nós entendemos que as crianças podem ter gostos e vontades muito peculiares. Por isso, além dos produtos disponíveis em nosso site você também pode montar algo exclusivo para atender aos desejos dos pequenos!

Ficou curioso(a) para conferir? Então corre para o site e veja com os seus próprios olhos!

O guia do pai de primeira viagem

Até mesmo o pai mais incrível, aquele paizão que todos admiram, já esteve perdido e ansioso com a chegada do seu bebê e sem a certeza de saber o que fazer ou como se preparar.

Por isso, para o mês do dia dos pais, a Etiquetas e Adesivos preparou uma série de posts para celebrar a paternidade e compartilhar dicas úteis para os papais.

Para iniciar a nossa conversa, vamos focar nos que se tornaram pais recentemente ou estão ansiosos esperando o nascimento dos seus filhos. Não tenha medo dessa experiência transformadora: segure a ansiedade e anote algumas dicas. Vamos lá!

1 – Ajuste as suas expectativas

Como primeira dica, vamos fazer um ajuste de expectativas. A paternidade é uma experiência incrível e cheia de aprendizados, no entanto, a prática é completamente diferente da teoria. Por isso, é necessário ajustar um pouquinho as expectativas sobre como vai ser quando o seu filho nascer.

Muitos momentos da paternidade podem ser permeados por dúvidas como “será que eu agi corretamente” ou “será que realmente tomei a melhor decisão”. Isso significa que, por mais que você se prepare para esse momento, a jornada do pai é cheia de dúvidas e momentos de vulnerabilidade.

Aceite que isso é normal e você se livrará dos sentimentos de insegurança e culpa – que podem te visitar muitas vezes ao longo dos anos.

2 – Crie memórias e aproveite cada fase do crescimento

Apesar das noites mal dormidas que o seu filho recém nascido trará, tudo passa muito rápido e as crianças crescem em uma velocidade assombrosa. Por isso, tenha certeza de criar quantas memórias forem possíveis e registrar todos os momentos que puder, pois eles deixarão saudades.

As experiências da infância, como as viagens e os momentos verdadeiramente alegres vivenciados em família, ficam marcados, tanto nos pais quanto nos filhos, para toda a vida. Assim, esforce-se para criar essas memórias, tanto durante a gravidez quanto nos momentos que virão logo após o nascimento e nos anos seguintes.

3 – Seja o principal parceiro da mãe do seu filho

O período pós parto é delicado e requer uma série de cuidados. Os pais podem desempenhar um papel extremamente importante, especialmente nesta etapa, ao assumirem os cuidados do seu bebê e darem suporte integral para as mães.

A amamentação, sobretudo nos primeiros meses, pode ser uma tarefa que demanda muito tempo, inclusive o de sono, pois o bebê mama com muita frequência. Por isso, nas janelas de tempo em que o nenê está dormindo, a mãe pode descansar e adormecer por algumas horas enquanto o pai assume o cuidado e vigilância do seu filho.

Os cuidados com o bebê também podem aprofundar a parceria entre o casal. As tarefas domésticas podem se acumular facilmente com uma criança pequena que demanda cuidado e atenção quase que integral. Por isso, o papel paterno em manter um ambiente seguro e organizado é fundamental em todos os sentidos.

Por fim, uma última dica é: desenvolva o seu instinto paterno. Muito se fala sobre a intuição de mãe e sua capacidade de detectar perigos e antecipar ameaças. No entanto, os pais também podem e devem desenvolver e ouvir sua intuição para identificar o melhor para os seus filhos. Essa capacidade se aprofunda conforme o homem se envolve com a criação do bebê e se conecta emocionalmente com ele.

O que é Alienação Parental?

A emancipação feminina a partir dos movimentos feministas iniciados em 1800 se diversificaram, ganharam novas correntes e passaram a buscar novas demandas a partir de conquistas básicas, como o direito ao voto, garantindo às mulheres maior igualdade em relação aos seus pares homens.

Com o ingresso feminino no mercado de trabalho, a divisão de tarefas domésticas a partir do critério de gênero passou a ser questionada e os papéis entre homens e mulheres revistos com maior frequência, demandas que ainda estão em curso na sociedade atual.

Nesse cenário, como efeito da ampliação dos direitos femininos, novos deveres masculinos surgiram, já que homens e mulheres passaram a apresentar deveres e direitos mais igualitários entre si que alteraram a forma como o núcleo familiar é estruturado.

Uma das questões em que é possível observar essa dinâmica com maior clareza é no que toca à criação dos filhos, pois os homens deixaram de ter o papel exclusivo de provedores das suas famílias e passaram a responder às demandas emocionais e psicológica das suas crianças e se envolverem em diversos aspectos do desenvolvimento dos filhos que não eram comuns em dinâmicas familiares anteriores.

No entanto, os papéis que são esperados de homens e mulheres na sociedade ainda são persistentes e é possível observá-los na disputa pela guarda dos filhos. As mulheres costumam ser mais favorecidas nesse tipo de decisão e há uma noção geral que os filhos ficarão mais protegidos sob a guarda materna. Saiba mais a seguir!

Disputa pela guarda dos filhos em dados
Os dados relacionados aos resultados da disputa entre pais pela guarda dos filhos mostra uma tendência de que as mulheres se tornem guardiãs das crianças com maior frequência, o que revela que ainda há a percepção enraizada de que as mulheres devem ser responsáveis pela criação dos seus filhos enquanto os homens se responsabilizam pelo auxílio financeiro.

Essa tendenciosidade nas decisões legais faz com que os casos em que o inverso acontece, o pai ficando com a guarda da criança enquanto a mãe se responsabiliza pela pensão alimentícia, sejam menos comuns.

Alienação parental
Além disso, um conceito importante deve ser considerado dentro dessa dinâmica: a alienação parental. As situações em que um dos pais empregava estratégias para afastar o outro, manipulando memórias e a própria imagem do progenitor diante a criança foram tratadas pela primeira vez pelo psiquiatra Richard Gardner há apenas 40 anos.

Em situações em que a mulher faz alienação parental, essa tendência judicial acaba por favorecer a mãe alienadora e tornar mais difícil para o pai comprovar seu desejo genuíno de participar ativamente da criação dos seus filhos, tanto nas guardas compartilhadas quanto como único guardião.

Segundo especialistas, a guarda compartilhada seria a melhor estratégia para diminuir as chances de que um dos pais possa empregar a alienação parental como forma de obter privilégios e afastar a criança do outro.

Além disso, a guarda compartilhada empregada com maior frequência e aceita socialmente como algo natural e desejável seria o primeiro passo para colocar pai e mãe em posições mais igualitárias nas disputas pela guarda unilateral, já que os homens poderiam ter seu desejo legítimo de paternidade de guarda mais facilmente reconhecido.

Dicas infalíveis para Pais Cuidadosos

Pais cuidadosos demonstram o seu amor e cuidado para com os seus filhos de diversas maneiras, seja através de apoio em momentos difíceis ou pequenos gestos realizados no dia a dia.

Com ações grandes ou por meio de detalhes, a paternidade se mostra na atenção, na transmissão da segurança e do exemplo, nos momentos de descontração e alegria compartilhados e naqueles que demandam mais firmeza e autoridade para fazer correções e chamar atenção.

No entanto, os homens podem apresentar dificuldades para realizar algumas atividades e empregar alguns cuidados com suas crianças, sejam tarefas do dia a dia ou que envolvam aspectos mais sutis, como fornecer suporte emocional.

Por isso, preparamos algumas dicas de como realizar atividades de cuidado diário na rotina doméstica. Vamos lá!

Como preparar refeições atrativas para as crianças?

No cuidado diário com os filhos, o preparo de refeições pode ser um tema sensível. Para fugir um pouco das opções “comer fora” e “delivery”, algumas estratégias interessantes podem ser adotadas.

Cozinhar pratos que sejam saudáveis, atrativos e gostosos não é uma tarefa tão difícil quanto parece. Existem alguns pontos-chaves que podem ser considerados. Confira!

    • Equilibre as necessidades nutricionais com as preferências dos filhos, seja apresentando o mesmo ingrediente de maneiras diferentes ou inovando na maneira de montar o prato;

 

  • Aprenda pratos chaves! Preparar refeições para os seus filhos não precisa ser uma tarefa difícil se você focar em aprender receitas específicas e combiná-las e reinventá-las de maneiras diferentes,

 

Macarrão, por exemplo, é uma refeição fácil de agradar e pode ser complementada de muitas maneiras diferentes, assim como arroz de forno, saladas e sobremesas simples, como gelatina, frutas e bolos.

Há uma máxima que diz “comida é afeto”, por isso, cozinhar para alguém é um ato de amor. Na paternidade, o preparo de refeições também é uma maneira de estreitar vínculos, construir memórias e fortalecer narrativas. Este é um momento de criar e contar histórias e também de transmitir lições importantes.

Como planejar viagens com os seus filhos?

As memórias de viagens durante a infância e adolescência são marcantes por diversos motivos. Por isso, oferecer novas experiências e aventuras para os filhos é um presente único. Confira algumas dicas!

  • Prepare-se com antecedência: em uma viagem que envolve crianças e adolescentes há uma série de detalhes que podem passar batido e dar dor de cabeça:

 

  • Se antecipar é o melhor remédio: separe todos os documentos necessários de cada um e mantenha-os em fácil acesso o tempo todo. Ao separar roupas, considere todas as prováveis condições climáticas do destino e imprevistos. Mudas extras são sempre bem-vindas;

 

  1. Orientações: antecipe todos os riscos presentes na viagem e se prepare para eles. Converse com os seus filhos e dê orientações claras do que eles devem fazer caso se percam, como se comunicar com outras pessoas, quais ações e atitudes se atentar em locais desconhecidos e com estranhos.

Como criar momentos únicos de brincadeiras e descontração?

Jogos e brincadeiras são oportunidades únicas para criar memórias e aprofundar o vínculo entre pais e filhos. O compartilhamento de paixões em comum, como o esporte ou algum tipo de hobbie e habilidade, é de valor inestimável.

Explore experiências ainda não vivenciadas e busque fazer diferente, seja através de práticas como a pesca, esportes em família ou desenvolvimento de uma nova habilidade, como marcenaria e pintura, por exemplo.

Faça brincadeiras e gincanas para pais e filhos, como guerra de bolinhas de papel, teatro, telefone sem fio, alerta cor, bolhas de sabão, piquenique, entre muitas outras. Momentos como esse fazem parte da rotina de um pai cuidadoso e participativo e deixam boas memórias familiares. Por fim, criar desafios e competições pode ser uma oportunidade valiosa para transmitir o espírito esportivo e aprendizados como os valores das perdas e vitórias.

A mudança nas responsabilidades dos pais nos dias de hoje

Historicamente, os papéis de pai e mãe, atrelados ao que é esperado de um homem ou de uma mulher, se transformaram ao longo do tempo. Até o século XIX, os pais eram responsáveis pelo provimento das suas famílias, enquanto as mães cuidavam dos aspectos emocionais e tomavam decisões sobre a educação das suas crianças.

Nos dias atuais, com as mulheres plenamente inseridas no mercado de trabalho e dividindo a tarefa do sustento familiar com os seus parceiros, esses papéis se tornaram mais flexíveis e os direitos e deveres, tanto em termos financeiros quanto nos demais aspectos, mais equilibrados.

Dessa maneira, a compreensão do que é paternidade, bem como os deveres de um pai, foram significativamente alteradas. Espera-se que um pai não forneça apenas provimento econômico, mas também que aprofunde os laços emocionais com os seus filhos e esteja atento às demandas subjetivas da criança, acompanhando mais de perto o seu desenvolvimento. Saiba mais a seguir!

Paternidade moderna: os desafios para equilibrar demandas financeiras e emocionais dos filhos

Apesar das mudanças nos papéis femininos e masculinos, os velhos ideais ainda persistem. Dessa maneira, a dinâmica econômica familiar pode ter sofrido alterações significativas, mas os papéis esperados e mesmo desempenhados, ainda são similares: homens são mais cobrados pelo provimento familiar e as mulheres pelas obrigações familiares.

Por esse motivo, é mais adequado considerar que houve uma convergência de papéis e não uma mudança profunda. Isso significa que tanto homens como mulheres são chamados a desempenhar o seu papel dito tradicional, porém, com a adição de novos deveres e direitos.

Para os pais, por exemplo, isso significa o desafio de manter seu papel tradicional e sustentar a família, ainda que com a contribuição da sua parceira, e encontrar tempo para acompanhar mais de perto seus filhos, participar das tarefas domésticas e dos cuidados diários das suas crianças.

Atender às múltiplas demandas e responsabilidades pode ser um desafio. Ainda que o casal tenha um acordo muito bem claro entre si das responsabilidades e deveres de cada parte, as mudanças na dinâmica familiar ainda representam um desafio e mostram obstáculos ao equilíbrio trabalho e vida familiar.

Pais que desejam se fazer presente e escapar do papel de provedor vivenciam o desafio de encontrar tempo para dar atenção aos filhos não apenas em datas especiais, como férias e viagens em família, mas também na participação e cuidado ativo, diário e contínuo, como o acompanhamento escolar, o preparo de refeições, a ida ao médico e diversas outras atividades.

A sensação de não estar acompanhado os filhos de perto ou dando a atenção devida pode surgir em diversos momentos. Além disso, há também a tendência dos pais demandarem menos tempo semanal com seus filhos do que as mães. Os desafios da paternidade moderna são complexos e envolvem tanto o tipo de relacionamento estabelecido com o trabalho quanto a dinâmica de cada família e os acordos feitos entre os seus membros.

Para concluir, as mudanças nas responsabilidades dos pais nos dias atuais são inegáveis e os homens investem, hoje, muito mais tempo e energia acompanhando e cuidando dos seus filhos do que há um século atrás.

Brincadeiras divertidas e baratas para as crianças nas férias escolares

Não é todo ano que dá para aproveitar as férias viajando ou curtindo em um ambiente novo e descontraído para as crianças. E aí cabe aos pais surpreender com o que eles têm, não é?

Para ajudá-los nessa empreitada separamos neste artigo 10 ideias de brincadeiras superdivertidas (e bem econômicas para o bolso) para fazer com os pequenos durante as férias escolares. Vamos conferir?

1. Que tal um final de semana de acampamento?

Mostre aos seus filhos como “sobreviver na selva” – também conhecido neste caso como quintal de casa. Monte a barraca, coloque um colchão inflável e faça eles participarem de toda a brincadeira. Dentro dela você pode contar histórias assustadoras ou deixar eles brincarem com a imaginação! Não tem barraca? Você pode improvisar na sala de casa – com lençóis, cadeiras e muitos grampos.

2. Cinema em casa!

Fazer uma sessão temática de cinema também pode ser uma brincadeira superdivertida – além de econômica para os pais. Basta separar a pipoca e o suco e apresentar aos pequenos os títulos que fizeram sucesso na sua geração. Os clássicos da Disney ou Jurassic Park são alguns exemplos!

3. Estimule a criatividade com papel + cola

Papel e cola é tudo o que você vai precisar para um dia de muita diversão: separe revistas, jornais e demais coisas velhas e deixe na mão dos pequenos, junto com cola, balões, giz de cera e outros itens.

4. Brincando de plantação e jardinagem

As crianças “da cidade” possuem limitadíssimo contato com a natureza. Que tal reverter essa realidade? Promova um dia de plantão com os pequenos – mesmo que seja apenas um feijãozinho no algodão.

5. Crie o “dia do pijama”

Escolha um dia do final de semana para fazer apenas programações “preguiçosas”. Passe o dia vendo desenhos, cozinhando bobagens e, é claro, andando por aí de pijama com eles.

6. Produzir camisetas

Com baixíssimo investimento você compra tintas para tecido, camisetas lisas e faz um dia de “produção de roupas”. Além de diverti-los, eles ainda sairão com roupas novas para compor o guarda-roupa. Ótima ideia, hein?

7. Ou pipas?

Diversão na certa!

Se for empinar, no entanto, isole-se da cidade para evitar acidentes com fios de eletricidade.

E se você não souber como produzi-las, basta ver um tutorial no YouTube!

8. Que tal criar um telejornal?

Organize um jornal apresentado ao vivo pelos baixinhos. Dê a eles uma temática (como as férias, notícias do mundo real, notícias sobre outro país), aprove os textos e deixe eles apresentarem ao final do dia. É diversão garantida!

9. Criação de brinquedos

Ao longo do ano letivo, separe itens para que, nas férias, as crianças possam desenvolver seus próprios brinquedos – tecidos, materiais reciclados, embalagens, garrafas pet são alguns exemplos.

10. Estimule a escrita!

Que tal estimular a criação de uma história em quadrinhos? Ou até mesmo de um livro? Estimule a criatividade dos pequenos com essas brincadeiras tão simples e superdivertidas!

Tédio nas férias escolares? Nunca mais! Agora você já sabe como divertir os pequenos com brincadeiras acessíveis e extremamente divertidas durante o período em casa.

E se você gostou desse material, prepare-se para uma enxurrada deles. Acesse o nosso site e fique por dentro de tudo sobre o universo de decoração para os mais variados tipos de ambientes, inclusive, os infantis! Corre lá para conferir !

Dicas para volta às aulas presenciais com segurança

Depois de um longo período de isolamento social provocado pela pandemia do coronavírus, aos poucos estamos retornando as atividades. Dentre elas, está o regresso as escolas.

Embora uma parcela da população já esteja sendo imunizada, o momento ainda exige alguns cuidados. Neste post vamos dar algumas dicas para a volta as aulas presenciais com segurança.

Boa leitura!

Como orientar as crianças e os adolescentes nesse retorno

Depois de mais de um ano estudando de forma remota, em casa, os estudantes estão voltando às escolas. A medida ainda divide a opinião entre os pais e responsáveis, devido ao fato de o risco de contaminação ainda existir.

Contudo, as escolas, em consenso com o poder público, garantem que estão respeitando todos os protocolos necessários para que as atividades sejam normalizadas, mesmo que de forma gradativa no primeiro momento (ensino híbrido).

Por mais que os especialistas garantam que o risco de infecção entre os menores de 18 anos seja relativamente baixo, não podemos ignorar que existe, sim, chances de transmissão e contaminação, que podem ser disseminados dentro e fora do ambiente escolar.

Diante disso, um dos maiores desafios é garantir que as crianças e adolescentes vão estar seguros com a volta as aulas presenciais na escola. Dessa forma, tanto os pais, quanto os educadores, precisam estar, a todo o momento, reforçando as orientações para assegurar que todos os protocolos sanitários estão sendo respeitados.

Como que a família deve atuar em casa

Os pais e responsáveis têm um grande papel nessa orientação. Cabe a eles educar os filhos para que eles tenham a autonomia necessária para se comportar sozinhos fora de casa.

Esses cuidados devem ser reforçados a todo o momento. Converse sobre a importância de se manter as medidas sanitárias, como: fazer o uso correto das máscaras, lavar as mãos com água e sabão ou higienizar com álcool em gel 70 e manter o distanciamento social. Ressalte também que objetos e alimentos não devem ser compartilhados.

Qual é o papel da escola nesse processo

Se por um lado cabe aos pais estar sempre reforçando a importância de tomar os cuidados para evitar o contágio, por outro a escola também tem um papel fundamental nesse processo.

Cabe aos professores, equipe pedagógica e até mesmos funcionários tomarem os cuidados entre si para evitar a transmissão do vírus. Essas mesmas recomendações devem ser estendidas aos estudantes enquanto estiverem sob sua responsabilidade.

Dentro da sala de aula, as mesas devem estar afastadas (pelo menos dois metros entre casa uma), além de manter as janelas abertas para a circulação do ar (mesmo que tenha um sistema de ar-condicionado, na qual é indicado que esteja desligado, se possível).

As crianças e adolescentes devem ser monitorados a todo o momento para evitar que retirem as máscaras ou tentem se aglomerar ou manter contato físico, como abraços. Essa atenção deverá ser feita na hora do intervalo ou ida aos banheiros.

Algumas escolas podem solicitar aos pais que eles mandem mais de uma máscara na mochila, para substituição, além de itens pessoais dos filhos, como garrafinhas e copos para beber água.

Vale ressaltar que, caso algum funcionário ou aluno apresente sintomas da doença, o indicado é que ele seja afastado. A mesma recomendação vale caso tenha tido contato com alguma pessoa infectada recentemente. Nesses casos deverá ocorrer a notificação e ser feito o isolamento social imediato.