Brincadeiras divertidas e baratas para as crianças nas férias escolares

Não é todo ano que dá para aproveitar as férias viajando ou curtindo em um ambiente novo e descontraído para as crianças. E aí cabe aos pais surpreender com o que eles têm, não é?

Para ajudá-los nessa empreitada separamos neste artigo 10 ideias de brincadeiras superdivertidas (e bem econômicas para o bolso) para fazer com os pequenos durante as férias escolares. Vamos conferir?

1. Que tal um final de semana de acampamento?

Mostre aos seus filhos como “sobreviver na selva” – também conhecido neste caso como quintal de casa. Monte a barraca, coloque um colchão inflável e faça eles participarem de toda a brincadeira. Dentro dela você pode contar histórias assustadoras ou deixar eles brincarem com a imaginação! Não tem barraca? Você pode improvisar na sala de casa – com lençóis, cadeiras e muitos grampos.

2. Cinema em casa!

Fazer uma sessão temática de cinema também pode ser uma brincadeira superdivertida – além de econômica para os pais. Basta separar a pipoca e o suco e apresentar aos pequenos os títulos que fizeram sucesso na sua geração. Os clássicos da Disney ou Jurassic Park são alguns exemplos!

3. Estimule a criatividade com papel + cola

Papel e cola é tudo o que você vai precisar para um dia de muita diversão: separe revistas, jornais e demais coisas velhas e deixe na mão dos pequenos, junto com cola, balões, giz de cera e outros itens.

4. Brincando de plantação e jardinagem

As crianças “da cidade” possuem limitadíssimo contato com a natureza. Que tal reverter essa realidade? Promova um dia de plantão com os pequenos – mesmo que seja apenas um feijãozinho no algodão.

5. Crie o “dia do pijama”

Escolha um dia do final de semana para fazer apenas programações “preguiçosas”. Passe o dia vendo desenhos, cozinhando bobagens e, é claro, andando por aí de pijama com eles.

6. Produzir camisetas

Com baixíssimo investimento você compra tintas para tecido, camisetas lisas e faz um dia de “produção de roupas”. Além de diverti-los, eles ainda sairão com roupas novas para compor o guarda-roupa. Ótima ideia, hein?

7. Ou pipas?

Diversão na certa!

Se for empinar, no entanto, isole-se da cidade para evitar acidentes com fios de eletricidade.

E se você não souber como produzi-las, basta ver um tutorial no YouTube!

8. Que tal criar um telejornal?

Organize um jornal apresentado ao vivo pelos baixinhos. Dê a eles uma temática (como as férias, notícias do mundo real, notícias sobre outro país), aprove os textos e deixe eles apresentarem ao final do dia. É diversão garantida!

9. Criação de brinquedos

Ao longo do ano letivo, separe itens para que, nas férias, as crianças possam desenvolver seus próprios brinquedos – tecidos, materiais reciclados, embalagens, garrafas pet são alguns exemplos.

10. Estimule a escrita!

Que tal estimular a criação de uma história em quadrinhos? Ou até mesmo de um livro? Estimule a criatividade dos pequenos com essas brincadeiras tão simples e superdivertidas!

Tédio nas férias escolares? Nunca mais! Agora você já sabe como divertir os pequenos com brincadeiras acessíveis e extremamente divertidas durante o período em casa.

E se você gostou desse material, prepare-se para uma enxurrada deles. Acesse o nosso site e fique por dentro de tudo sobre o universo de decoração para os mais variados tipos de ambientes, inclusive, os infantis! Corre lá para conferir !

Dicas para volta às aulas presenciais com segurança

Depois de um longo período de isolamento social provocado pela pandemia do coronavírus, aos poucos estamos retornando as atividades. Dentre elas, está o regresso as escolas.

Embora uma parcela da população já esteja sendo imunizada, o momento ainda exige alguns cuidados. Neste post vamos dar algumas dicas para a volta as aulas presenciais com segurança.

Boa leitura!

Como orientar as crianças e os adolescentes nesse retorno

Depois de mais de um ano estudando de forma remota, em casa, os estudantes estão voltando às escolas. A medida ainda divide a opinião entre os pais e responsáveis, devido ao fato de o risco de contaminação ainda existir.

Contudo, as escolas, em consenso com o poder público, garantem que estão respeitando todos os protocolos necessários para que as atividades sejam normalizadas, mesmo que de forma gradativa no primeiro momento (ensino híbrido).

Por mais que os especialistas garantam que o risco de infecção entre os menores de 18 anos seja relativamente baixo, não podemos ignorar que existe, sim, chances de transmissão e contaminação, que podem ser disseminados dentro e fora do ambiente escolar.

Diante disso, um dos maiores desafios é garantir que as crianças e adolescentes vão estar seguros com a volta as aulas presenciais na escola. Dessa forma, tanto os pais, quanto os educadores, precisam estar, a todo o momento, reforçando as orientações para assegurar que todos os protocolos sanitários estão sendo respeitados.

Como que a família deve atuar em casa

Os pais e responsáveis têm um grande papel nessa orientação. Cabe a eles educar os filhos para que eles tenham a autonomia necessária para se comportar sozinhos fora de casa.

Esses cuidados devem ser reforçados a todo o momento. Converse sobre a importância de se manter as medidas sanitárias, como: fazer o uso correto das máscaras, lavar as mãos com água e sabão ou higienizar com álcool em gel 70 e manter o distanciamento social. Ressalte também que objetos e alimentos não devem ser compartilhados.

Qual é o papel da escola nesse processo

Se por um lado cabe aos pais estar sempre reforçando a importância de tomar os cuidados para evitar o contágio, por outro a escola também tem um papel fundamental nesse processo.

Cabe aos professores, equipe pedagógica e até mesmos funcionários tomarem os cuidados entre si para evitar a transmissão do vírus. Essas mesmas recomendações devem ser estendidas aos estudantes enquanto estiverem sob sua responsabilidade.

Dentro da sala de aula, as mesas devem estar afastadas (pelo menos dois metros entre casa uma), além de manter as janelas abertas para a circulação do ar (mesmo que tenha um sistema de ar-condicionado, na qual é indicado que esteja desligado, se possível).

As crianças e adolescentes devem ser monitorados a todo o momento para evitar que retirem as máscaras ou tentem se aglomerar ou manter contato físico, como abraços. Essa atenção deverá ser feita na hora do intervalo ou ida aos banheiros.

Algumas escolas podem solicitar aos pais que eles mandem mais de uma máscara na mochila, para substituição, além de itens pessoais dos filhos, como garrafinhas e copos para beber água.

Vale ressaltar que, caso algum funcionário ou aluno apresente sintomas da doença, o indicado é que ele seja afastado. A mesma recomendação vale caso tenha tido contato com alguma pessoa infectada recentemente. Nesses casos deverá ocorrer a notificação e ser feito o isolamento social imediato.

Leva o almoço pro trabalho? Veja como organizar.

Trazer marmita para levar para o trabalho tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Os motivos são variados, como praticidade, economia, ou mesmo ter uma alimentação mais saudável.

A verdade é que é preciso planejamento para preparar as refeições que serão consumidas no ambiente de trabalho, por isso leia o artigo e aprenda a organizar sua rotina.

Espaço para aquecer o almoço.

Antes de tudo, é preciso saber se no local de trabalho existe um espaço adequado para você aquecer seu almoço. Afinal, ninguém gosta de comer comida fria, não é mesmo?

Caso não tenha, invista em um recipiente que conserve o calor dos alimentos. Dessa forma, é possível aquecer a marmita em casa e ainda ter comida quentinha no horário de almoço.

Já se o local tiver fogão ou mesmo micro-ondas, a atenção deve ser para os ingredientes do seu almoço.

Alimentos como ovo, brócolis e pimentão, por exemplo, têm um cheiro bastante característico, que quando aquecidos podem incomodar seus colegas de trabalho. Evite-os!

Prepare as refeições em um único dia

Essa dica vale ouro para quem quer economizar tempo.

Experimente separar uma tarde para preparar as refeições da sua semana, ou ao menos adiantar alguns processos. Por exemplo, você pode higienizar as verduras, ou até mesmo cozinhar o arroz e o feijão.

Ao fazer isso em uma tarde, você garante que a montagem das suas marmitas será muito mais fácil e prática durante a semana.

Marmita e bolsa térmica

Na correria do dia a dia, é preciso ter atenção para as embalagens onde você transporta seu almoço para o trabalho.

Seja de plástico, vidro ou metal, o recipiente precisa ser bem vedado para que não corra o risco de vazar. Evite colocar molhos até a borda da marmita para que não transborde.

Outra dica é usar bolsa térmica para transportar seu almoço. Assim como as lancheiras de crianças, atualmente existe uma grande variedade de bolsas que conservam a temperatura dos alimentos.

Invista em um modelo que atenda suas necessidades, e garanta que seu almoço chegue intacto ao trabalho, sem incidentes.

Pratos com molho

Apesar de serem vistos como vilões, já que podem sujar a roupa durante o trabalho, pratos com molhos são ótimas opções para marmita.

Alimentos grelhados, como frango e bife, tendem a ficar ressecados quando não são consumidos na mesma hora.

Já os pratos com molho mantêm a umidade por mais tempo, o que não prejudica na hora de reaquecer.

Salada fresca

Como antecipamos, é possível higienizar as verduras e mantê-las na geladeira para facilitar a montagem da sua marmita.

Para que a salada dure mais tempo saborosa e crocante, seque as folhas antes de guardá-las. Isso vai evitar que elas murchem.

Os temperos também devem ser colocados preferencialmente na hora de consumir. Sal, azeite e vinagre podem tirar a umidade das verduras.

Para não esquecer

Após montar a marmita e colocá-la dentro da bolsa térmica, coloque-a próxima da chave de casa e dos objetos que você precisa para sair.

Isso evita que você esqueça de levar seu almoço para o trabalho e tenha que comer algo improvisado.

Dica Extra: Não deixe de identificar sua marmita e seus utensílios no trabalho, etiquete seus talheres, copos e vasilhas, evitando assim perdas e confusões.

 

Qual é a hora certa de levar a criança ao dentista?

Muitos papais e mamães de primeira viagem têm dúvidas sobre a hora correta de levar a criança ao dentista. Será nos primeiros meses de vida, quando nascem os primeiros dentinhos ou quando a dentição já está mais completa?

Se você também tem dúvidas em relação ao tema, continue a leitura que vamos explicar o momento ideal para levar a criança ao dentista e quais cuidados devem ser tomados. Confira!

Recém-nascido

Antes de tudo, vale lembrar que o recém-nascido já passa por uma série de exames de rotina. Os procedimentos realizados após o nascimento são essenciais para detectar problemas de má formação e doenças congênitas. É o caso dos exames do pezinho, do ouvidinho e do olhinho, por exemplo, vitais para detectar  precocemente problemas sanguíneos, auditivos e visuais.

E o mesmo acontece com a  boca do bebê. O recém-nascido deve ser avaliado ainda nos primeiros 15 dias de vida por um odontopediatra. É nesta consulta que o dentista avalia a cavidade bucal da criança, observando a presença de freio lingual curto (o que pode prejudicar a mamada), de dentes natais (quando o bebê já nasce com dentes) e outras anomalias bucais.

Se for identificado algum problema, o dentista recomenda o tratamento adequado caso a caso. Para freio lingual curto, pode ser indicada uma pequena cirurgia – frenectomia – para aumentar a mobilidade da língua e melhorar a capacidade do bebê mamar. No caso de dentes natais, deve ser realizada extração ou alteração na forma do dente para evitar que ele atrapalhe a mamada do bebê ou mesmo que ele seja engolido ou aspirado.

Criança

Após a avaliação inicial depois do nascimento, o segundo contato entre a criança e o dentista deve acontecer quando começam a nascer os primeiros dentes de leite, por volta dos seis ou sete meses de idade.

Essa consulta é importante por diversos motivos. Primeiro, porque o dentista pode orientar os pais sobre a alimentação do bebê, a forma correta de escovar os dentes e o tipo ideal de escova e pasta que devem ser utilizados. Em segundo lugar, o profissional analisa e recomenda a periodicidade adequada das consultas de acordo com o risco da criança desenvolver determinadas doenças bucais.

Geralmente, a criança deve ir ao dentista a cada seis meses para acompanhamento e ações diante do aparecimento de eventuais cáries. Inclusive, já falamos aqui no Blog da Etiquetas e Adesivos sobre cáries, clique aqui para ler mais.

Além disso, é importante lembrar que algumas situações requerem a procura de um especialista o quanto antes. São elas:

  • sangramento da gengiva;
  • dente escuro e podre;
  • reclamações e choro do bebê quando mastiga ou lava os dentes:
  • algum dente quebrado;
  • nascimento de dentes tortos ou afastados.

Por último, mas não menos importante, quanto mais cedo a criança for ao dentista melhor para ela se habituar ao consultório. Além disso, ela vai se familiarizar com o profissional e se sentir confortável e segura durante os procedimentos futuros.

Por isso, a escolha pelo dentista deve ser criteriosa. É ele quem vai acompanhar o desenvolvimento da criança e será o responsável pelas consultas dela por um bom tempo.

Criança X medo de dentista

Cada profissional tem o seu método para deixar as crianças confortáveis no consultório. Existem aqueles, por exemplo, que gostam de brincar para distrair o paciente, criando personagens e dinâmicas para brincar. Outros preferem premiar a criança ao final da consulta com algum brinde para reconhecer o bom comportamento.

Do lado dos pais, algumas ações também podem reduzir a ansiedade da criança e o medo do dentista. Antes da consulta, por exemplo, diga apenas o necessário e não entre em detalhes sobre o procedimento.

Acesse essa matéria do site Pais & Filhos e confira muitas dicas para auxiliar neste momento! E fique ligado em nosso Blog que em breve vamos trazer mais conteúdos para você! Até lá!

O outro lado do bullying: como identificar os agressores e oferecer apoio

Falamos recentemente em nosso Blog sobre o bullying no ambiente escolar, que afeta crianças e adolescentes em todo o mundo. Explicamos os tipos de agressões existentes, como identificar casos e, consequentemente, ajudar as vítimas a passar pelo trauma.

Hoje vamos falar sobre o outro lado do bullying: os agressores, que também são conhecidos como bullies. Não podemos esquecer que os autores de bullying são crianças e, muitas vezes, vítimas de outras circunstâncias.

De acordo com psicólogos diversos fatores podem desencadear comportamentos agressivos em uma criança. Uma família disfuncional, por exemplo, com pouca afetividade entre os seus membros, ou ainda adultos que exercem forte pressão por desempenho (sucesso) dos jovens.

Além disso, a criança pode ter sido (ou estar sendo) vítima de abuso ou humilhações cotidianas.

Por fim, existem ainda aqueles jovens que gostam de experimentar a sensação de poder ou cuja família pode tolerar ou oferecer um modelo agressivo para solução de conflitos.

Os pais ou responsáveis devem estar atentos ao ambiente familiar, uma vez que o bullying pode começar dentro de casa. Os adultos muitas vezes não questionam suas próprias condutas e valores, eximindo-se de responsabilidade enquanto educadores.

Vale ressaltar que o exemplo dentro de casa é fundamental para a conduta fora dela. Ensinamentos de ética, solidariedade e altruísmo vêm de berço e se estendem para a vida exterior, principalmente a escola. É nela que as crianças e adolescentes vão passar grande parte do seu tempo.

Por isso, revisar o comportamento e ser empático com as crianças é primordial.

Comportamento

Na escola os bullies podem ser reconhecidos como aqueles que fazem brincadeiras de mau gosto, gozações e colocam apelidos pejorativos nas vítimas. Difamação, ameaças, constrangimentos e menosprezo também estão entre as agressões cometidas.

Ações que envolvam a diversão à custa do sofrimento alheio agradam os agressores. Também é comum que eles furtem ou roubem dinheiro, lanches e pertences de outros estudantes.

Em casa, os agressores mantêm atitudes desafiadoras e agressivas em relação aos familiares. Eles também são arrogantes no agir, no falar e no vestir, querendo demonstrar superioridade.

Os bullies manipulam pessoas para se safar das confusões em que se envolveram e mentem de forma convincente, negando as reclamações da escola, dos irmãos ou dos empregados domésticos.

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) lançou uma cartilha com o objetivo de ajudar pais e educadores a prevenir e enfrentar a violência física ou psicológica contra uma pessoa incapaz de se defender.

De acordo com o órgão é muito importante que os responsáveis pelos processos educacionais identifiquem com qual tipo de agressor estão lidando, uma vez que existem motivações diferenciadas:

  • Muitos se comportam assim por uma nítida falta de limites em seus processos educacionais no contexto familiar.
  • Outros carecem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrealização com atitudes socialmente produtivas e solidárias. Tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adquirir poder e status, e reproduzem os modelos domésticos na sociedade.
  • Existem ainda aqueles que vivenciam dificuldades momentâneas, como a separação traumática dos pais, ausência de recursos financeiros, doenças na família etc. A violência praticada por esses jovens é um fato novo em seu modo de agir e, portanto, circunstancial.
  • E, por fim, nos deparamos com a minoria dos opressores, porém a mais perversa. Trata-se de crianças ou adolescentes que apresentam a transgressão como base estrutural de suas personalidades. Falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo: a empatia.

Como agir?

Os pais dos alunos autores de bullying devem ser convocados à escola imediatamente para terem conhecimento da situação e receberem orientações sobre como agir. Como parte das ações, será recomendado que as famílias busquem avaliação de um profissional de saúde mental.

Entre a lista de orientações a seguir, os pais ou responsáveis devem se atentar aos seguintes fatores:

  • Não ignorar a situação ou achar que é algo comum e que está tudo bem.
  • Conversar com a criança ou o jovem e procurar saber os motivos para tais atitudes.
  • Manter a calma e não agir com agressividade, evitando mais violência.
  • Buscar ajuda profissional e procurar auxiliar o agressor a encontrar meios não agressivos para expressar suas insatisfações.
  • Dar orientações e estabelecer limites.

A autoanálise é parte importante desse processo, pois as crianças podem estar espelhando atitudes intolerantes dos pais. A criança ou adolescente aprende a agir quando escuta seus familiares usarem palavras pejorativas para mendigos, homossexuais e até pessoas de outras religiões, por exemplo.

Por isso, é preciso rever o que está errado e reforçar valores como ética, tolerância e respeito.

Por fim, encoraje o agressor a pedir desculpas ao colega pessoalmente ou através de carta. Lembrando que, isoladamente, essa atitude não resolve o problema e nem diminui a gravidade do evento ocorrido.

Gostou? Acompanhe mais temas como esse no Blog da Etiquetas e Adesivos!

Bullying na escola: como os pais podem identificar e lidar com a situação

Se existe algo que causa sofrimento em crianças e adolescentes do mundo todo é o bullying na escola. Diferente de antigamente, hoje em dia o bullying não acaba quando toca o sinal para ir embora. Com as redes sociais, a “brincadeira” de mau gosto ultrapassa os limites escolares e parece não ter fim.

Uma vítima de bullying passa por um terror diário, tornando-se muito introvertida ou violenta. Medo constante – principalmente de ir à escola -, baixo desempenho e dificuldade de socialização também estão entre os reflexos das agressões sofridas.

De acordo com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura), um em cada três alunos em todo o mundo já foi vítima de bullying. E, além dos reflexos citados acima, as consequências podem ser ainda mais graves resultando em abuso de álcool, tabaco e drogas, sentimentos de solidão e até suicídio.

Segundo especialistas os efeitos do bullying variam de indivíduo para indivíduo. Estrutura, vivência, predisposição genética e forma e intensidade das agressões têm impacto diferente em cada caso. 

De maneira geral todas as vítimas sofrem com as agressões, podendo levar marcas profundas por toda a vida. É comum que os adultos que sofreram bullying na infância necessitem de apoio psiquiátrico e/ou psicológico para superar o trauma.

O que caracteriza o bullying?

Resumidamente, o bullying é um tipo de agressão – verbal, física ou psicológica – que ocorre sem motivações específicas ou justificáveis. Nesse tipo de agressão existe um desnível de poder entre o agressor e a vítima. Ou seja, o alvo da hostilidade não consegue reagir de nenhuma forma.

O termo é utilizado para tratar esse tipo de violência no universo escolar dos jovens e crianças e pode ser cometido tanto por meninos quanto por meninas. 

Os ataques de bullying acontecem repetidamente onde os mais fortes utilizam os mais frágeis como objetos de diversão, prazer e poder. O intuito dos agressores é maltratar, humilhar e amedrontar suas vítimas.

Tipos de agressões

A violência mais fácil de identificar nas vítimas de bullying é a física. A criança pode aparecer em casa com machucados e não ter uma explicação lógica e segura para dar. Mas, além desse tipo de hostilidade, que envolve bater, empurrar e beliscar, existem outras agressões:

  • Verbal: que ocorre quando o agressor insulta, ofende, fala mal e coloca apelidos pejorativos na vítima;
  • Psicológica e moral: quando o alvo da agressão é humilhado, excluído, discriminado, chantageado, intimidado e difamado por uma ou mais pessoas;
  • Sexual: quando ocorre abuso, violência, assédio e insinuações;
  • Virtual: o chamado cyberbullying, realizado por meio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras e internet, por exemplo;
  • Material: quando a vítima tem pertences furtados, escondidos ou danificados por perseguição.

Como identificar casos de bullying

As crianças e adolescentes vítimas de bullying estão mais suscetíveis a problemas de depressão e ansiedade. Por isso, os pais precisam estar atentos às mudanças de comportamento dentro de casa. 

O Conselho Nacional de Justiça elaborou uma cartilha para ajudar pais e educadores a prevenir e enfrentar a violência física ou psicológica contra uma pessoa incapaz de se defender.

De acordo com a publicação é preciso estar atento a sinais como:

Queixas frequentes de dores de cabeça, enjoo, dor de estômago, tonturas, vômitos, perda de apetite e insônia. Esses sintomas tendem a ser mais intensos antes do horário de ir à escola.

Mudanças frequentes e intensas de humor que podem causar explosões repentinas de irritação ou raiva.

Falta ou escassez de amigos: a criança ou adolescente não recebe e-mails, mensagens, convites para festas ou passeios de viagem com o grupo escolar.

Gasto excessivo na cantina ou na compra de objetos com o intuito de presentear os outros.

Diversas desculpas (incluindo problemas de saúde) para faltar às aulas ou atividades escolares.

E o que fazer?

Identificar precocemente os sinais acima é fundamental para ajudar a vítima de bullying, uma vez que ela não relata o sofrimento vivido na escola. Por isso o diálogo é de extrema importância, bem como a observação atenta do comportamento dos filhos.

Ao identificar um caso de bullying os pais precisam acolher a criança que sofre os ataques. É importante que os adultos reafirmem a vítima, valorizando suas qualidades e salientando que ela não é culpada pelas agressões que sofre.

Além de conversar, os adultos devem destacar o talento inato dos jovens. Eles devem ser estimulados a procurar métodos eficazes para que essas habilidades possam resgatar sua autoestima e construir sua identidade social na forma de uma cidadania plena.

Gostou? Acompanhe mais temas como esse no Blog da Etiquetas e Adesivos!

5 dicas divertidas de brincadeiras para a Páscoa

Os pequenos adoram datas comemorativas, como o Natal, o Dia das Crianças e a Páscoa. Esses são momentos em que as crianças se divertem e usam a imaginação. Por isso, é importante pensar em brincadeiras para a Páscoa e propor momentos que ficarão guardados na memória dos seus filhos.

Nessa data, é comum que eles ganhem ovos de Páscoa, chocolates e brinquedos. Mas, para tornar a comemoração ainda mais divertida, que tal propor brincadeiras e atividades antes de presenteá-los?

Pensando nisso, separamos 5 brincadeiras para a Páscoa que vão deixar o seu domingo ainda mais animado! (mais…)

Comece hoje mesmo a identificar seus objetos pessoais: saiba como!

Nossos objetos pessoais e de higiene sempre mereceram todo o cuidado, não é verdade? Roupas, canecas, escova de dentes, bolsas, pentes, sapatos, toalhas de banho, enfim, tudo. Sem falar na importância de não compartilhar esses itens, expondo outras pessoas e se expondo a eventuais micróbios – afinal, o corpo humano é repleto de micro-organismos, né?

De um ano para cá, essa importância de cuidar e não compartilhar nossos objetos pessoais se tornou ainda maior. Isso porque o Sars-Cov2, vírus causador da covid-19, é transmitido também pelo contato com superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Por isso, compartilhar celulares, pulseiras, toalhas, copos, talheres e outros objetos está fora de cogitação! E se agente te falar, então, que existe uma forma prática, bonita e eficiente de identificar os seus pertences pessoais? As nossas etiquetas e adesivos são perfeitas para deixar tudo mais organizado, evitando assim compartilhamento indesejado e até perdas.

Indicações

Já falamos aqui no nosso Blog sobre a importância das etiquetas para instrumentais de veterinários e cabeleireiros, mas saiba que todos podem utilizar nossos produtos no dia a dia.

Os nossos adesivos são muito úteis para identificar objetos, alimentos, portas, gavetas, caixas organizadoras e o que mais vier à mente. Eles podem ser utilizados para identificar e personalizar squeezes, canecas e escova de dentes, por exemplo. Basta uma superfície limpa, seca e voilà!

As nossas etiquetas e adesivos também são ideais para organizar suas marmitas no serviço, por exemplo. Assim, evita-se que outras pessoas tenham que pegar suas coisas na mão para diferenciar dos pertences delas.

Neste momento, inclusive, em que estamos em período de volta às aulas presenciais, nossos materiais se tornam fundamentais para organizar a rotina escolar das crianças. Cada aluno deve ter os seus próprios materiais como caderno, caneta, lápis, tesoura, apontadores, entre outros. O mesmo vale para lancheiras e garrafas de água, como já falamos por aqui.

Desta forma, além de não haver confusão, os estudantes – principalmente os mais pequeninos -, se sentirão mais estimulados a cuidar melhor dos seus pertences. Afinal, a Etiquetas e Adesivos conta com adesivos temáticos que encantam e facilitam na hora da organização.

Com o tema que a criança mais gostar, juntamente com o seu nome e turma, as etiquetas e adesivos representam um jeito prático, simples, seguro e divertido de identificar os objetos pessoais.

Como funciona?

Além de serem fáceis de utilizar, as etiquetas e adesivos são extremamente versáteis: só dependem da criatividade do usuário na hora de personalizar as cores e os formatos de corte. E, o melhor de tudo, é que pode ser feito diretamente da internet, em nosso site.

A Etiquetas e Adesivos conta com várias opções de preços, materiais e modalidades de entrega para garantir que o material esteja em sua mão rapidamente. Tudo do seu jeito, nas cores e formatos que desejar!

Além de deixar tudo bem organizado e evitar eventuais perdas, os materiais podem ser lavados no micro-ondas, na máquina de lavar roupa e louça, pois são resistentes a altas temperaturas. Não descolam e não desbotam!

Agora que você já conhece todas as vantagens de personalizar os seus pertences, está na hora de colocar a mão na massa. Conheça o nosso site e veja como é fácil se manter seguro e organizado

Pensa em viajar assim que puder? Veja como organizar suas coisas.

Reza a lenda que viajar é um dos maiores prazeres da vida… Aquela expectativa toda de conhecer um destino novo, reunir a família e por os pés na estrada é única, não é verdade?

Sabemos também que neste momento as viagens estão limitadas, pois o mundo ainda sofre com a pandemia. Mas, esperança é a palavra do momento. Com a vacinação em andamento, as expectativas são de que o cenário melhore o quanto antes.

Pensando nisso, resolvemos trazer uma dose de otimismo para você! Vamos dar dicas de organização para a sua próxima viagem, quando estivermos livres para voar. Confira!

Prepare os documentos

Antes de começar a diversão é preciso cuidar da parte burocrática da viagem. Verifique se os seus documentos estão dentro do prazo de validade para evitar eventuais problemas.

Se for para algum país do Mercosul, nossos Hermanos precisam apenas do seu RG. Agora, se for alçar voos maiores, irá necessitar de passaporte e, em alguns casos – como os EUA -, de visto.

Como estão as vacinas?

Também será preciso estar em dia com as vacinas. Cada país tem por direito exigir que os seus visitantes estejam imunes a determinadas doenças. Por isso, o Certificado Internacional de Vacinação pode ser fundamental para garantir a entrada em território estrangeiro.

O Certificado é gratuito e não tem prazo de validade. Para saber o que cada país exige e como providenciar o seu, acesse o site do Governo do Brasil.

Esteja atento ainda a outros papeis essenciais como seguro de viagem, mapas, reservas de hotéis, vouchers dos passeios, receitas médicas, etc. Imprima e guarde em uma pasta, mas não se esqueça de ter tudo digitalizado também, seja no celular ou na nuvem.

Prepare as malas

Após cuidar da papelada toda é hora de arrumar as malas. E, acredite, a aventura já começa aí! Como levar mais roupa e ocupar menos espaço? O que levar para uma viagem de cinco dias? E se a viagem durar mais tempo? E os imprevistos?

Uma boa dica é fazer uma checklist com tudo o que deseja levar, ir grifando e colocando tudo na mala! Ah, antes de listar tudo o que precisa, é bom analisar alguns fatores como clima e previsão do tempo do destino, passeios planejados e medicação.

Estando a par do clima do destino você poderá selecionar as roupas adequadas. O mesmo vale para os passeios planejados. Afinal, você não vai assistir uma orquestra vestindo roupas de ir à praia, não é mesmo?

Em relação à medicação, chegar ao outro do lado do mundo sem os remédios que toma regularmente pode ser um pesadelo. Separe a medicação e leve até quantidades a mais, pois nunca se sabe quando existirá algum imprevisto, perda de voo, etc.

Monte uma checklist

Após analisar todos os fatores é hora de preparar a checklist! Confira algumas dicas que podem te ajudar:

• Coloque as peças mais pesadas no fundo da mala;
• Peças menores como saias, shorts e bermudas ocupam menos espaço se colocadas abertas, sem dobrar;
• Aposte em roupas versáteis de cores neutras para aumentar as opções de combinações com outras peças;
• Procure equilibrar os objetos, guardando uma peça em cada lado da mala para não sobrecarregar apenas um deles;
• Leve cremes, perfumes e maquiagens em bolsinhas de pequeno porte;
• Para as viagens de longa duração escolha a mala tradicional. Assim, as roupas ficam bem acondicionadas e amassam menos;
• Sacolas ou mochilas são mais práticas para viagens curtas;
• Guarde os pijamas e peças mais leves por último, afinal, quando chegar ao seu destino, antes de começar a se divertir, vai querer relaxar por um momento.

Etiquetas e Adesivos

Agora que você já viu que tem muita coisa para considerar antes da viagem, não se esqueça da diversão e da segurança.

Que tal providenciar pulseiras de identificação coloridas e personalizadas para as crianças? Feitas em PVC, elas são a prova d’água e resistentes a cloro. Assim, seus pequenos podem ficar “identificados” enquanto estiverem curtindo a piscina, a praia ou o parque.

Seus filhos vão para uma colônia de férias enquanto você curte um momento a dois? Você pode etiquetar os objetos pessoais das crianças como roupas, chinelos, sapatos, garrafas de água, entre outros.

Acredite, as opções são muitas! Acesse o nosso site e confira nossas promoções.

Lá você monta seu pedido em tempo real e vê na hora como suas etiquetas serão impressas e despachadas até o seu endereço. Elas não descolam, não desbotam, são autoclaváveis e podem suportar uma temperatura até 180ºC.

Nossas etiquetas e adesivos são em vinil, autocolantes e, claro, 100% personalizáveis.