Ensinar organização para crianças? Não perca essas 6 dicas!

ensinar organização

Ensinar organização para crianças é o melhor para evitar brinquedos espalhados pela casa e garantir uma mãozinha para as tarefas diárias. Quando aprendem que cada coisa tem o seu lugar, os pequenos desenvolvem um senso maior de responsabilidade. Além disso, passam a respeitar o ambiente em que vivem e prezam pela manutenção do que há nele, como a decoração.

Esses ensinamentos são importantes, pois serão carregados pelo resto da vida e ajudarão a moldar o futuro do seu filho. Afinal, uma pessoa organizada tende a realizar atividades com mais concentração e tem melhores resultados no que se compromete a fazer. (mais…)

Alimentação na infância: como ensinar seu filho a comer bem?

alimentação na infância

Cuidar da alimentação na infância é essencial para o correto crescimento da criança. Consumir alimentos saudáveis previne infecções, ajuda a manter a boa qualidade de vida e favorece o desenvolvimento físico e intelectual dos pequenos.

O consumo de alimentos industrializados (como refrigerante, macarrão instantâneo, sorvete e sucos não naturais), especialmente nos primeiros anos de vida, pode comprometer as funções motoras e mentais da criança. Além disso, o mau hábito alimentar diminui a proteção imunológica e pode desencadear processos alérgicos.

Pensando nisso, preparamos este artigo para mostrar a importância da alimentação na infância e dar dicas para você ensinar seus filhos a comerem melhor. Aproveite! (mais…)

Afinal, quando procurar um psicólogo infantil? Observe 3 sinais

O desenvolvimento da criança envolve inúmeros desafios. Apesar de ser uma fase geralmente lembrada pela alegria, não é raro que os pequenos vivam momentos complicados. Por isso, é importante saber quando procurar um psicólogo infantil.

Decidir buscar a ajuda de um profissional nem sempre é simples. Afinal, a maioria das crianças não consegue comunicar suas emoções e conversar facilmente sobre o que está passando. (mais…)

Leva o almoço pro trabalho? Veja como organizar.

Trazer marmita para levar para o trabalho tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Os motivos são variados, como praticidade, economia, ou mesmo ter uma alimentação mais saudável.

A verdade é que é preciso planejamento para preparar as refeições que serão consumidas no ambiente de trabalho, por isso leia o artigo e aprenda a organizar sua rotina.

Espaço para aquecer o almoço.

Antes de tudo, é preciso saber se no local de trabalho existe um espaço adequado para você aquecer seu almoço. Afinal, ninguém gosta de comer comida fria, não é mesmo?

Caso não tenha, invista em um recipiente que conserve o calor dos alimentos. Dessa forma, é possível aquecer a marmita em casa e ainda ter comida quentinha no horário de almoço.

Já se o local tiver fogão ou mesmo micro-ondas, a atenção deve ser para os ingredientes do seu almoço.

Alimentos como ovo, brócolis e pimentão, por exemplo, têm um cheiro bastante característico, que quando aquecidos podem incomodar seus colegas de trabalho. Evite-os!

Prepare as refeições em um único dia

Essa dica vale ouro para quem quer economizar tempo.

Experimente separar uma tarde para preparar as refeições da sua semana, ou ao menos adiantar alguns processos. Por exemplo, você pode higienizar as verduras, ou até mesmo cozinhar o arroz e o feijão.

Ao fazer isso em uma tarde, você garante que a montagem das suas marmitas será muito mais fácil e prática durante a semana.

Marmita e bolsa térmica

Na correria do dia a dia, é preciso ter atenção para as embalagens onde você transporta seu almoço para o trabalho.

Seja de plástico, vidro ou metal, o recipiente precisa ser bem vedado para que não corra o risco de vazar. Evite colocar molhos até a borda da marmita para que não transborde.

Outra dica é usar bolsa térmica para transportar seu almoço. Assim como as lancheiras de crianças, atualmente existe uma grande variedade de bolsas que conservam a temperatura dos alimentos.

Invista em um modelo que atenda suas necessidades, e garanta que seu almoço chegue intacto ao trabalho, sem incidentes.

Pratos com molho

Apesar de serem vistos como vilões, já que podem sujar a roupa durante o trabalho, pratos com molhos são ótimas opções para marmita.

Alimentos grelhados, como frango e bife, tendem a ficar ressecados quando não são consumidos na mesma hora.

Já os pratos com molho mantêm a umidade por mais tempo, o que não prejudica na hora de reaquecer.

Salada fresca

Como antecipamos, é possível higienizar as verduras e mantê-las na geladeira para facilitar a montagem da sua marmita.

Para que a salada dure mais tempo saborosa e crocante, seque as folhas antes de guardá-las. Isso vai evitar que elas murchem.

Os temperos também devem ser colocados preferencialmente na hora de consumir. Sal, azeite e vinagre podem tirar a umidade das verduras.

Para não esquecer

Após montar a marmita e colocá-la dentro da bolsa térmica, coloque-a próxima da chave de casa e dos objetos que você precisa para sair.

Isso evita que você esqueça de levar seu almoço para o trabalho e tenha que comer algo improvisado.

Dica Extra: Não deixe de identificar sua marmita e seus utensílios no trabalho, etiquete seus talheres, copos e vasilhas, evitando assim perdas e confusões.

 

Qual é a hora certa de levar a criança ao dentista?

Muitos papais e mamães de primeira viagem têm dúvidas sobre a hora correta de levar a criança ao dentista. Será nos primeiros meses de vida, quando nascem os primeiros dentinhos ou quando a dentição já está mais completa?

Se você também tem dúvidas em relação ao tema, continue a leitura que vamos explicar o momento ideal para levar a criança ao dentista e quais cuidados devem ser tomados. Confira!

Recém-nascido

Antes de tudo, vale lembrar que o recém-nascido já passa por uma série de exames de rotina. Os procedimentos realizados após o nascimento são essenciais para detectar problemas de má formação e doenças congênitas. É o caso dos exames do pezinho, do ouvidinho e do olhinho, por exemplo, vitais para detectar  precocemente problemas sanguíneos, auditivos e visuais.

E o mesmo acontece com a  boca do bebê. O recém-nascido deve ser avaliado ainda nos primeiros 15 dias de vida por um odontopediatra. É nesta consulta que o dentista avalia a cavidade bucal da criança, observando a presença de freio lingual curto (o que pode prejudicar a mamada), de dentes natais (quando o bebê já nasce com dentes) e outras anomalias bucais.

Se for identificado algum problema, o dentista recomenda o tratamento adequado caso a caso. Para freio lingual curto, pode ser indicada uma pequena cirurgia – frenectomia – para aumentar a mobilidade da língua e melhorar a capacidade do bebê mamar. No caso de dentes natais, deve ser realizada extração ou alteração na forma do dente para evitar que ele atrapalhe a mamada do bebê ou mesmo que ele seja engolido ou aspirado.

Criança

Após a avaliação inicial depois do nascimento, o segundo contato entre a criança e o dentista deve acontecer quando começam a nascer os primeiros dentes de leite, por volta dos seis ou sete meses de idade.

Essa consulta é importante por diversos motivos. Primeiro, porque o dentista pode orientar os pais sobre a alimentação do bebê, a forma correta de escovar os dentes e o tipo ideal de escova e pasta que devem ser utilizados. Em segundo lugar, o profissional analisa e recomenda a periodicidade adequada das consultas de acordo com o risco da criança desenvolver determinadas doenças bucais.

Geralmente, a criança deve ir ao dentista a cada seis meses para acompanhamento e ações diante do aparecimento de eventuais cáries. Inclusive, já falamos aqui no Blog da Etiquetas e Adesivos sobre cáries, clique aqui para ler mais.

Além disso, é importante lembrar que algumas situações requerem a procura de um especialista o quanto antes. São elas:

  • sangramento da gengiva;
  • dente escuro e podre;
  • reclamações e choro do bebê quando mastiga ou lava os dentes:
  • algum dente quebrado;
  • nascimento de dentes tortos ou afastados.

Por último, mas não menos importante, quanto mais cedo a criança for ao dentista melhor para ela se habituar ao consultório. Além disso, ela vai se familiarizar com o profissional e se sentir confortável e segura durante os procedimentos futuros.

Por isso, a escolha pelo dentista deve ser criteriosa. É ele quem vai acompanhar o desenvolvimento da criança e será o responsável pelas consultas dela por um bom tempo.

Criança X medo de dentista

Cada profissional tem o seu método para deixar as crianças confortáveis no consultório. Existem aqueles, por exemplo, que gostam de brincar para distrair o paciente, criando personagens e dinâmicas para brincar. Outros preferem premiar a criança ao final da consulta com algum brinde para reconhecer o bom comportamento.

Do lado dos pais, algumas ações também podem reduzir a ansiedade da criança e o medo do dentista. Antes da consulta, por exemplo, diga apenas o necessário e não entre em detalhes sobre o procedimento.

Acesse essa matéria do site Pais & Filhos e confira muitas dicas para auxiliar neste momento! E fique ligado em nosso Blog que em breve vamos trazer mais conteúdos para você! Até lá!

Jogos para estimular o raciocínio lógico das crianças.

jogos para estimular o raciocínio

Os jogos são ótimas alternativas para estimular o raciocínio lógico das crianças, que é a capacidade de encontrar padrões. Também de identificar diferenças e similaridades em algo, um conhecimento importante para promover a habilidade de resolver problemas, por exemplo.

Diante de um saber tão importante, nada melhor do que encontrar opções divertidas para aperfeiçoar o conhecimento. Por isso trouxemos esta lista de jogos, com o intuito de desenvolver não apenas o raciocínio lógico, como também diversas outras habilidades. Veja!

 

Quebra-cabeças

O clássico quebra-cabeças é o primeiro da nossa lista, afinal, é um ótimo jogo para as crianças trabalharem lógica e memória. É um desafio que pode ser aumentado com o tempo, já que encontramos uma diversidade de modelos desse jogo, com mais ou menos peças.

Você pode começar a implementar o jogo a partir de 2 anos de idade, claro, evoluindo conforme crescimento da criança. Os jogos com menos peças são mais fáceis e aumentam a dificuldade quando as peças diminuem de tamanho e aumentam em quantidade.

 

Jogos de tabuleiro

Os jogos de tabuleiro são outros clássicos que podem ajudar os pequenos a desenvolverem habilidades de raciocínio lógico e estratégia. Você pode trazer opções como dama, xadrez, ludo, entre outros, conforme a idade e de acordo com a evolução deles com cada jogo.

Sem contar que as crianças podem aprender e jogar entre si ou com adultos, tornando o momento interessante. Uma dica para o momento de ensinar é ficar ao lado da criança, formando um “time” nas primeiras vezes, até que ela compreenda a dinâmica do jogo.

 

Aula de programação

Para as crianças maiores pode ser interessante começar uma aula de programação ou robótica, a fim de estimular conhecimentos de lógica. Apesar de não ser um jogo, é sobre o que acontece por trás da criação deles, um conhecimento interessante e que estimula o cérebro.

A matemática está presente nesse contexto, o que ajuda a melhorar o desempenho na escola e quem sabe descobrir uma paixão. Porém, a ideia aqui é procurar um curso que será um investimento, não necessariamente nessa carreira, mas nas habilidades que esse conhecimento proporciona.

 

Mímica

Se junto à lógica quiser desenvolver a criatividade é interessante recorrer aos jogos de mímica, que demandam toda uma performance na hora de brincar. Aqui é importante aperfeiçoar a comunicação, o que ajuda na interação social com outras crianças.

A lógica está presente na necessidade de encontrar os padrões e de resolução de problemas. Além disso, os pequenos mais tímidos podem encontrar nessa atividade uma oportunidade de se soltar mais. Aperfeiçoando também a capacidade de se expressar, de se fazer entender.

 

Jogo de sequência lógica

Já que o raciocínio lógico é estimulado por meio de padrões, temos alguns jogos de sequência lógica que podem ser interessantes. Trata-se de um jogo no qual a criança precisa pegar as peças e colocar em uma sequência correta, que faça sentido.

Pode ser de figuras, operações matemáticas para os mais velhos, ou ainda, sequência de ações, como uma história. Para os menores as figuras coloridas servem para trabalhar nomenclatura e memorização. Assim, fica essa alternativa para ter mais opções de jogos para diversão e aprendizado.

 

Videogames

Os videogames não são vilões no crescimento das crianças, pelo contrário, eles são ricas fontes de aprendizado de diversas habilidades motoras e de raciocínio. É preciso apenas utilizar de acordo com o limite estipulado, por isso crie as regras para uso do aparelho.

Em relação aos jogos, autorize aqueles que são de acordo com a idade da criança e que estimulem o aprendizado, os chamados educativos. Você pode aproveitar a oportunidade para colaborar no desenvolvimento cerebral e no aprendizado de regras.

Sabemos que as crianças podem ficar um tanto estressadas quando não conseguem atingir o objetivo do jogo ou mesmo quando perdem. Mas esse é o momento do adulto intervir ensinando a desenvolver a paciência, perseverança, motivação, enfim.

É muito importante que as crianças tenham ajuda no primeiro contato com esses jogos, para que a experiência seja boa, realmente valorizada, e para que elas mantenham a prática de jogar. Os jogos de raciocínio lógico são ótimas opções para desenvolver as habilidades do seu filho, mas você precisa ajudar nesse primeiro contato.

Sem contar que esses jogos colaboram para tirar um pouco os olhos dos pequenos das telas, considerando momentos em que toda a família pode participar. Com isso, habilidades de convivência, sociabilidade, além dos laços familiares, são todos trabalhados.

Então, anote os jogos que são mais interessantes, identifique os que estão de acordo com a idade dos seus filhos e adquira os mais interessantes. Não esquecendo de separar um tempo para essa interação também.

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Bullying na escola: como os pais podem identificar e lidar com a situação

Se existe algo que causa sofrimento em crianças e adolescentes do mundo todo é o bullying na escola. Diferente de antigamente, hoje em dia o bullying não acaba quando toca o sinal para ir embora. Com as redes sociais, a “brincadeira” de mau gosto ultrapassa os limites escolares e parece não ter fim.

Uma vítima de bullying passa por um terror diário, tornando-se muito introvertida ou violenta. Medo constante – principalmente de ir à escola -, baixo desempenho e dificuldade de socialização também estão entre os reflexos das agressões sofridas.

De acordo com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura), um em cada três alunos em todo o mundo já foi vítima de bullying. E, além dos reflexos citados acima, as consequências podem ser ainda mais graves resultando em abuso de álcool, tabaco e drogas, sentimentos de solidão e até suicídio.

Segundo especialistas os efeitos do bullying variam de indivíduo para indivíduo. Estrutura, vivência, predisposição genética e forma e intensidade das agressões têm impacto diferente em cada caso. 

De maneira geral todas as vítimas sofrem com as agressões, podendo levar marcas profundas por toda a vida. É comum que os adultos que sofreram bullying na infância necessitem de apoio psiquiátrico e/ou psicológico para superar o trauma.

O que caracteriza o bullying?

Resumidamente, o bullying é um tipo de agressão – verbal, física ou psicológica – que ocorre sem motivações específicas ou justificáveis. Nesse tipo de agressão existe um desnível de poder entre o agressor e a vítima. Ou seja, o alvo da hostilidade não consegue reagir de nenhuma forma.

O termo é utilizado para tratar esse tipo de violência no universo escolar dos jovens e crianças e pode ser cometido tanto por meninos quanto por meninas. 

Os ataques de bullying acontecem repetidamente onde os mais fortes utilizam os mais frágeis como objetos de diversão, prazer e poder. O intuito dos agressores é maltratar, humilhar e amedrontar suas vítimas.

Tipos de agressões

A violência mais fácil de identificar nas vítimas de bullying é a física. A criança pode aparecer em casa com machucados e não ter uma explicação lógica e segura para dar. Mas, além desse tipo de hostilidade, que envolve bater, empurrar e beliscar, existem outras agressões:

  • Verbal: que ocorre quando o agressor insulta, ofende, fala mal e coloca apelidos pejorativos na vítima;
  • Psicológica e moral: quando o alvo da agressão é humilhado, excluído, discriminado, chantageado, intimidado e difamado por uma ou mais pessoas;
  • Sexual: quando ocorre abuso, violência, assédio e insinuações;
  • Virtual: o chamado cyberbullying, realizado por meio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras e internet, por exemplo;
  • Material: quando a vítima tem pertences furtados, escondidos ou danificados por perseguição.

Como identificar casos de bullying

As crianças e adolescentes vítimas de bullying estão mais suscetíveis a problemas de depressão e ansiedade. Por isso, os pais precisam estar atentos às mudanças de comportamento dentro de casa. 

O Conselho Nacional de Justiça elaborou uma cartilha para ajudar pais e educadores a prevenir e enfrentar a violência física ou psicológica contra uma pessoa incapaz de se defender.

De acordo com a publicação é preciso estar atento a sinais como:

Queixas frequentes de dores de cabeça, enjoo, dor de estômago, tonturas, vômitos, perda de apetite e insônia. Esses sintomas tendem a ser mais intensos antes do horário de ir à escola.

Mudanças frequentes e intensas de humor que podem causar explosões repentinas de irritação ou raiva.

Falta ou escassez de amigos: a criança ou adolescente não recebe e-mails, mensagens, convites para festas ou passeios de viagem com o grupo escolar.

Gasto excessivo na cantina ou na compra de objetos com o intuito de presentear os outros.

Diversas desculpas (incluindo problemas de saúde) para faltar às aulas ou atividades escolares.

E o que fazer?

Identificar precocemente os sinais acima é fundamental para ajudar a vítima de bullying, uma vez que ela não relata o sofrimento vivido na escola. Por isso o diálogo é de extrema importância, bem como a observação atenta do comportamento dos filhos.

Ao identificar um caso de bullying os pais precisam acolher a criança que sofre os ataques. É importante que os adultos reafirmem a vítima, valorizando suas qualidades e salientando que ela não é culpada pelas agressões que sofre.

Além de conversar, os adultos devem destacar o talento inato dos jovens. Eles devem ser estimulados a procurar métodos eficazes para que essas habilidades possam resgatar sua autoestima e construir sua identidade social na forma de uma cidadania plena.

Gostou? Acompanhe mais temas como esse no Blog da Etiquetas e Adesivos!

5 aplicativos para estudantes de Odontologia.

Na era da tecnologia, o uso de ferramentas digitais tem se tornado cada vez mais comum. Mas engana-se quem pensa que esses recursos são úteis apenas para o lazer ou a comunicação. Muito pelo contrário, estão mais presentes do que nunca nas mais variadas áreas do conhecimento, dentre elas a odontologia.

Melhor ainda é que hoje os apps são poderosos aliados da formação técnica. Nesse sentido, estudantes de odontologia só têm a ganhar ao apostarem no uso de ferramentas digitais para trilharem o caminho do aprendizado.

Por isso, confira a seguir 5 aplicativos para estudantes de odontologia.

 

1. RaioXtudy

Disponível para celulares Android, o aplicativo RaioXtudy é uma excelente ferramenta para o estudo e interpretação de radiografias. Apresenta uma interface direta, organizada e funcional, com um extenso banco de dados separado nos seguintes tópicos: Patologia, Anatomia e Alterações Dentárias.

Além disso, o app traz descrições bastante detalhadas das imagens, tem uma área em que os usuários podem interagir e ainda oferece ao estudante de odontologia exercícios para testar e fixar os conhecimentos.

 

2. Odontologia Medicamentosa

Odontologia Medicamentosa é outro app disponível para dispositivos Android, incluindo tablets, com funcionamento off-line. É um aplicativo simples cujo objetivo é oferecer ao usuário uma relação com os medicamentos mais utilizados por profissionais da odontologia, como analgésicos, anestésicos, anti-inflamatórios, sedativos e antibióticos.

Outra função interessante dessa ferramenta é que ela permite calcular a dose dos medicamentos de acordo com o paciente. Além disso, o app apresenta protocolos de atendimento para pacientes diabéticos, hipertensos, asmáticos, nefropatas (doença do rim) e gestantes.

 

3. Dental Patient Education

Ao contrário dos apps anteriores, o Dental Patient Education está disponível apenas para dispositivos iOS, preferencialmente iPad. O aplicativo apresenta uma visão em 360 graus da cavidade bucal e de todos os seus detalhes, incluindo gengivas, dentes, tecidos, músculos, nervos e vasos sanguíneos.

O usuário também pode acessar animações de procedimentos odontológicos, todas com narrações de voz. Na versão gratuita do app, é possível visualizar 12 destas animações. Já a versão paga é mais completa, com quase 200 animações de diagnóstico, cirurgia oral, prótese, prevenção, dentre outros.

 

4. BoneBox – Dental Lite

Disponível tanto para Android quanto para iOS, o BoneBox – Dental Lite oferece ao usuário uma projeção da boca humana em três dimensões, bem semelhante à proposta do app anterior. A ferramenta traz modelos anatômicos bastante detalhados.

Além disso, o aplicativo oferece ao estudante de odontologia a possibilidade de fixar seus conhecimentos por meio de um quiz dos nomes dos dentes.

 

5. Dental Simulator

Dental Simulator pode ser baixado em dispositivos Android e no computador. A proposta do aplicativo é oferecer uma simulação da cavidade bucal para que o estudante possa praticar cirurgias e outros procedimentos odontológicos, sendo ao mesmo tempo instrutivo e divertido.

Para cada procedimento, o usuário pode acessar conteúdos teóricos, vídeos clínicos em pacientes reais e um vídeo de simulação no próprio app. Também pode treinar a técnica pelo modo transparência, o qual não está disponível no modo simulação para que se aproxime o máximo possível do procedimento real.

O aplicativo é gratuito, mas o usuário tem a opção de adquirir procedimentos específicos, como a anestesia do nervo alveolar inferior e a anestesia infiltrativa local.

5 dicas divertidas de brincadeiras para a Páscoa

Os pequenos adoram datas comemorativas, como o Natal, o Dia das Crianças e a Páscoa. Esses são momentos em que as crianças se divertem e usam a imaginação. Por isso, é importante pensar em brincadeiras para a Páscoa e propor momentos que ficarão guardados na memória dos seus filhos.

Nessa data, é comum que eles ganhem ovos de Páscoa, chocolates e brinquedos. Mas, para tornar a comemoração ainda mais divertida, que tal propor brincadeiras e atividades antes de presenteá-los?

Pensando nisso, separamos 5 brincadeiras para a Páscoa que vão deixar o seu domingo ainda mais animado! (mais…)