A importância de identificar os equipamentos odontológicos

Quando falamos em atendimento em um consultório odontológico, o que se busca é, sempre, o melhor serviço em qualidade, mas também com organização, potencializando e agilizando a experiência do paciente, além de evitar qualquer risco de confusão ou erro.

Uma maneira de melhorar o processo de organização é fazer uma identificação correta dos equipamentos odontológicos. Afinal, várias ferramentas diferentes podem ser utilizadas durante uma consulta e, para que tudo seja feito com correção e maior velocidade, ter uma boa forma de identificar é o ideal.

Por que isso é tão importante? É o que abordaremos a seguir, ao longo deste conteúdo, mostrando a relevância desta prática.

Importância de identificar os equipamentos odontológicos

O primeiro ponto que mostra a importância é o fato de o profissional, muitas vezes, estar em um atendimento mais rápido, precisando agir com agilidade. Sendo assim, ter bem identificado o que é e onde está cada ferramenta é essencial.

Claro, o bom dentista sabe exatamente o que cada ferramenta faz. Mas em um momento de ação rápida, fica mais fácil ter uma identificação clara, não é?

Por isso, é importante o profissional criar categorias e usar ferramentas de sinalização clara. Seja por cores ou qualquer outro tipo de divisão, ter isso bem definido vai trazer maior capacidade de fazer as coisas no automático e, em caso de dúvida, rapidamente encontra-se a resposta com o que está sinalizado.

Além disso, o ambiente de um consultório médico precisa entregar a impressão de que há limpeza, higiene e organização para os pacientes. Afinal, as pessoas que vão ser atendidas querem ter a confiança de que tudo está dentro dos padrões.

Neste aspecto, a sinalização e a organização por meio da identificação dos equipamentos odontológicos se fazem necessárias. Primeiro, porque permite que, desta forma, cada peça fique destacada em um espaço junto com outras semelhantes.

Tudo fica bem guardado e distribuído pelo consultório e, sempre que precisar, o profissional tem uma identificação rápida de cada equipamento, a partir do modelo de organização que ele mesmo bolou.

Ou seja, nada fica espalhado ou bagunçado, com peças de funções diferentes misturadas ou coisas do tipo. A sensação de segurança é maior, tanto para o profissional, como para o paciente.

Além disso, no momento em que termina o atendimento e precisa guardar tudo novamente, saber exatamente a ordem e o espaço de cada equipamento identificado permitem que estes sejam guardados mais rapidamente e sem risco de erros que misturem as coisas. Desta forma, com maior velocidade para reorganizar a sala, mais rapidamente também será feito o novo atendimento, com menor espera para o paciente seguinte.

Seja para ganhar agilidade e ir direto ao lugar certo no meio de um atendimento, seja pela impressão de organização ou pela velocidade de restabelecimento da ordem, o fato é que identificar os equipamentos é essencial para a qualidade de atendimento e cuidado do profissional em um consultório odontológico.

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Como organizar o consultório odontológico

Não é segredo que a organização de um espaço faz toda a diferença nas sensações. Ainda mais, quando este local será usado para serviços médicos. Afinal, o paciente precisa sentir confiança naquele espaço. É o caso, por exemplo, de um consultório odontológico.

Como organizá-lo da melhor forma? Isso é o que debateremos aqui, apresentando alguns pontos relevantes que precisam ser levados em consideração para a correta distribuição e para garantir que o consultório passe a mensagem ideal.

Como organizar o consultório odontológico

O primeiro ponto a ser pensado é: em um consultório, a primeira impressão precisa ser de limpeza e higiene. Portanto, a disposição dos móveis, a cor e os detalhes nas paredes, entre outros fatores, precisam dar esta visão aos pacientes.

É fundamental que a decoração e o ambiente entreguem esta característica. Por isso, todos os detalhes devem ser pensados no sentido de garantir sinais de limpeza e muito cuidado para que nunca passe a impressão de sujeira.

Sendo assim, a escolha por cores claras é sempre uma boa pedida e todo e qualquer artifício que for colocado no espaço precisa ser harmonizado com os tons, para que não haja uma quebra muito brusca, que tire o aspecto de limpeza e de tranquilidade, fundamentais para este tipo de local.

Além disso, é importante organizar bem os instrumentos de uso nos atendimentos, para que eles fiquem bem dispostos e não causem impressão de desorganização também. Afinal, junto com uma boa impressão quanto à sala de espera e ao ambiente como um todo, é importante que haja a sensação de cuidado, também, dentro do atendimento.

Se o paciente chega e vê que os equipamentos estão soltos e largados, a impressão é a pior possível. Ou seja, tudo se combina, entre estética e cuidado com a experiência da pessoa, para que toda a sensação do atendimento seja a ideal. E, claro, a qualidade do atendimento. Mas tudo é importante para que o paciente se sinta bem.

Outro fator: mantenha sempre a arrumação. Não adianta construir um ambiente ideal, mas não se esforçar para mantê-lo limpo e organizado. Se houver uma lista muito grande de prontuários e arquivos dos pacientes, tenha um móvel posicionado corretamente para guardar tudo sem gerar uma quebra na harmonia do ambiente.

Sendo assim, faça limpezas constantes e, sempre, cuide para que os móveis, papeis de parede e outros elementos estejam no lugar certo, sem sujeira e fornecendo a sensação desejada de higiene.

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Certamente, você deve estar pensando: ok, tudo isso é importante. Mas como ter tempo para unificar o trabalho com odontologia e, ao mesmo tempo, cuidar de todos estes detalhes?

Ter um parceiro especializado é uma ótima pedida. Unindo-se a uma empresa que faça ambientes personalizados, com escolha de cores corretas e usos de produtos que garantam limpeza e sensação de que tudo está no lugar certo, o consultório consegue passar a impressão ideal em termos de organização do espaço.

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Como levar seu filho ao dentista

É só falar em dentista que você já se treme todo só de lembrar do famoso barulhinho do motor? Pais traumatizados com o dentista tendem a repassar o medo também para seus filhos, fazendo as crianças, desde cedo, serem desencorajadas a levar essa experiência com leveza.

Antes de estimular um novo trauma, lembre-se que a criança não faz ideia de como será o momento ali, naquela cadeira. Para ela, inclusive, pode até ser uma experiência nova e divertida – sem trauma algum. Por isso, é muito importante que os pais sejam cautelosos na hora de falar sobre o dentista com os pequenos.

Tem dúvidas sobre como conduzir esse assunto? A gente te ajuda!

Neste artigo, confira 4 dicas de como levar o seu filho ao dentista (sem traumas envolvidos)!

1. Conscientize-se sobre o momento da primeira visita

As mamães já sabem que a primeira consulta ao dentista acontece ainda durante a gravidez – tanto para saber se a saúde dela está em dia, como também, para aprender a cuidar da boca do bebê nos primeiros meses. Como limpá-la, como efetuar o uso correto de mamadeiras e chupetas e como realizar a higienização bucal são exemplo de assuntos tratados nesse primeiro momento.

Depois, o retorno do bebê deve ser apenas quando o primeiro dente nasce, quando ele está com idade entre 6 e 8 meses.

2. Opte por um odontopediatra

O odontopediatra, como seu nome já nos dá a entender, nada mais é do que um profissional de odontologia infantil, ou seja, com técnicas e cuidados especializados para lidar da melhor maneira com os pequenos.

Esse especialista tem uma abordagem lúdica na hora de tratar e ensinar. Assim, eles transformam a rotina no dentista em magia e fazem com que os pequenos aprendam a cuidar da boca de uma forma leve e divertida.

3. Cuidado para não passar medo à criança

Ainda que nem sempre percebam, os pais são os grandes responsáveis por transmitir medos às crianças, como já mencionamos acima. Sendo assim, é ideal fazer com que a criança se sinta segura para ir ao dentista. Falar sobre experiências negativas ou fazer brincadeiras nesse sentido podem desencorajá-la a algo que ela ainda nem conhece.

Trate à ida ao dentista com naturalidade, transmita segurança e com certeza a experiência será mais tranquila do que o planejado!

4. Previna problemas dentários

Quanto melhor for a rotina de higiene bucal da criança, menores são as chances de que ela precise ir sempre ao dentista – especialmente para fazer procedimentos mais longos e dolorosos.

É o famoso “prevenir” para não “remediar”. Os pais devem participar ativamente do cuidado com a saúde bucal dos pequenos, fazendo a limpeza dos dentinhos e, quando eles já estiverem maiores, ensinando-os a manter a rotina ativa.

Outras dicas simples, mas que podem fazer a diferença:

• Explique sempre que o dentista vai apenas cuidar, que não é necessário se preocupar;

• Não encoraje ou permita brincadeiras de que o “dentista vai arrancar os dentes com o alicate” vindo de outras crianças ou até mesmo de adultos;

• Vá na consulta e, preferencialmente, leve seu filho também quando for a sua vez;

• Crie o hábito! Se a criança não gostar da primeira visita, leve-a novamente até que se acostume. Se necessário, repense o profissional.

Como identificar se seu filho está sofrendo bullying

Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes apontam que 1 a cada 10 estudantes no Brasil é vítima de bullying. Ficou assustado(a) com esse dado? Saiba que ele não é o único. De acordo com a ONU, após estudo de caso aplicado em 18 países, o número de crianças que já foi vítima dessa condição na escola chega a 46%.

Trazendo mais para a realidade do nosso país, uma pesquisa conduzida pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, solicitada pelo Ministério da Educação, mostrou ainda que 70% dos alunos brasileiros já vivenciou algum tipo de situação violenta no ambiente escolar.

Os dados são alarmantes, como você deve ter notado. E esse tipo de violência, ainda mais. Vamos entender melhor sobre ela?

Compreendendo o bullying

A expressão “bullying” vem do termo em inglês “bully”, que quer dizer “valentão”. Neste sentido, ela começou a ser utilizada para especificar modelos de agressões psicológicas ou físicas sofridas no ambiente escolar, geralmente por crianças que se consideram “mais fortes” ou “mais inteligentes” do que as vítimas.

Quase sempre o bullying é iniciado com brincadeiras de mal gosto, apelidos maldosos ou associações da criança vítima a situações negativas expondo partes da sua personalidade ou do seu corpo. Com o avanço da condição, no entanto, ela pode se manifestar até por meio de ataques físicos ou xingamentos.

Esse tipo de intimidação pode trazer consequências não só para a infância, mas também refletir na adolescência e se estender até a vida adulta. Por isso, é importante para os pais saber identificá-lo o quanto antes. A seguir neste artigo, conheça alguns sinais de que o seu filho pode ser uma vítima.

1. Falta de vontade de ir à escola

Com certeza um dos primeiros sintomas. A criança começa a fazer birra e se recusa a ir para a escola. Muitas vezes, ela justifica com falta de identificação com a matéria ou com o professor – de modo a evitar a exposição dos agressores.

2. Isolamento dos colegas da escola

A criança se isola daqueles colegas que costumava brincar ou ir às festinhas – e tende a querer estar acompanhada dos pais ou professores, uma vez que na presença dos mais velhos os agressores ficam intimidados.

3. Aparecimento de hematomas e machucados

Muita atenção para esse sinal! Principalmente no caso das crianças que não são tão ativas assim e não costumavam aparecer com o corpo ralado.

4. Uniforme ou materiais escolares também podem ser indicativos

Roupas rasgadas podem indicar brigas e atritos físicos, assim como os materiais escolares também podem ser danificados para provocar a criança. Preste atenção a todo e qualquer sinal!

5. Choro ou tristeza sem demais causas aparentes

É claro que outras condições, como transição escolar, perda de alguém da família ou mudanças de ambiente/casa/cidade podem deixar as crianças mais para baixo. No entanto, se a tristeza não tem outras causas aparentes, pode ser sim um sinal de que ela está sofrendo bullying.

Por fim, baixa autoestima, notas baixas, falta de apetite, agressividade ou irritabilidade constantes e até sintomas físicos, como dores de cabeça ou de barriga também podem ser indicativos. Fique sempre de olho e, se necessário, marque uma conversa na escola do seu filho para especular melhor.

Castigo realmente funciona? Dicas sobre educação dos filhos.

Vamos começar este artigo já convidando os pais e mães para a reflexão:

Vamos imaginar que você já esteja repetindo para o seu filho pela “milésima” vez para lembrar de fechar a torneira após o uso, para não deixar o cachorro fazer bagunça na sala ou para recolher os brinquedos antes de ir dormir. Mas parece que as palavras nunca fazem efeito e, mais uma vez, a atitude se repete com um piscar de olhos. Então você fica estressado(a) e acaba mandando ele ir para o quarto “pensar na sua atitude”. Logo depois, o coração chega a doer de tanto apertar e você se questiona se castigar é, ou não, a atitude correta a se ter com os baixinhos.

Hoje em dia, cada vez mais os pais se preocupam com métodos de educação infantil. Então a verdade é que essa dúvida é mais comum do que a gente imagina. Afinal, será que o castigo realmente funciona?

A seguir, vamos falar um pouco mais sobre isso.

Compreendendo o castigo

Muitos mais são adeptos ao castigo uma vez que eles resolvem, no curto prazo e de maneira muitas vezes imediata, um comportamento ruim ou inadequado. No entanto, quando falamos em educação, o longo prazo é bem mais relevante. E a punição só causa essa sensação de imediatismo, mas no fundo é uma armadilha, uma vez que essas atitudes trazem reflexos negativos para a criança, tais como os sentimentos de recuo, rebeldia, ressentimento ou até de vingança.

Por outro lado, quando os métodos utilizados para educar são mais colaborativos e inclusivos, fazendo com que os pequenos tenham liberdade para compartilhar e participar, eles se sentem parte daquilo, importantes e responsáveis. Pode demorar um pouco mais para gerar disciplina? Com certeza! Mas, aos poucos, é o caminho que trará melhores resultados no longo prazo.

Outras atitudes que você pode ter no lugar dessas

Se optar por castigar mesmo assim, é recomendado explicar ao seu filho o motivo para o castigo, de modo que ele não associe à atitude com suas irritações pessoais ou até com autoritarismo. Além disso, preste atenção nas palavras que você usa ao punir, de forma objetiva e sem fazê-la se sentira feia, suja ou humilhada.

O castigo deve acontecer na sequência do mau comportamento e, em hipótese alguma, deve ser acompanhado de agressão. Além disso, seja firme e justo: sem exceder os limites do que é considerado razoável para aquela situação.

Por fim, também considere:

• Reconhecer sua parcela de culpa: você gritou com seu filho? Seja honesto com ele! Reconheça o erro e peça desculpas, sem culpas ou críticas. Vai facilitar muito o processo lá na frente.

• Resolver o problema que causou essa situação: em vez de remoer eternamente as consequências de um eventual castigo, pense em como solucionar aquela situação para que ela não volte a acontecer. Tenha diálogo com a criança e faça com ela um acordo para que, justos, vocês evitem situações como aquela no futuro;

• Nunca deixar de estabelecer limites e acompanhar a situação de perto, além da própria evolução do seu filho.

Maneiras interessantes de organização do quarto das crianças

Uma criança saudável é uma criança que está sempre cheia de ideias, com novas brincadeiras, aventuras e, consequentemente, algumas travessuras à parte. O verdadeiro palco disso tudo os pais também já sabem qual é: o próprio quartinho delas.

Quem é pai ou mãe já vai se identificar de cara: os pequenos largam a mochila da escola de um lado, os brinquedos espalhados pelo chão, os sapatos para baixo da cama, cada meia para um lado… e por aí vai. E não é à toa que fiquem malucos(as) pensando na melhor foram de manter tudo em ordem.

Pensando em facilitar para os papais, separamos 7 maneiras interessantes de organizar o quartinho das crianças! Quem vem com a gente?

7 maneiras interessantes de organização do quarto das crianças

1. Que tal apostar em cestos?

Os cestos são ótimas ideias para ajudar a manter o quarto dos pequenos organizado. Uma ideia é investir em cestos de arame, que combinam com tudo, são altamente duráveis e também muito acessíveis. Além do mais, aguentam bastante peso e você mesmo pode instalar.

2. Nessa pegada, você também pode escolher os ganchos

Em quartos pequenos, os ganchos podem fazer a diferença na organização – você pode distribui-los tanto nas paredes como atrás das portas, em tons coloridos.

Dica extra: coloque os ganchos em uma parede com um papel de parede que seja a cara do seu filho!

3. Dê um novo significado para a sapateira

Você sabia que a sapateira de porta pode ser um ótimo organizador de bichinhos de pelúcia? Pois é! Também é uma ótima opção!

4. Setorize os espaços por cor

Você pode utilizar faixas decorativas ou adesivos para dividir os espaços no quarto da criança por cor. Assim, você setoriza onde ela pode guardar os sapatos, os materiais escolares, livros, brinquedos etc.

5. Já conhece os organizadores laváveis?

Esses itens, além de duráveis, também são muito práticos para limpar: é só jogar na máquina! Sendo assim, são boas aliados da organização do quarto infantil.

6. Use os reciclados para manter tudo organizado

Se na cozinha os potinhos reciclados ganham nova função, no armazenamento de talheres ou temperos, por que no quarto dos pequenos não pode ser assim? Eles podem ajudar na organização de tesouras, giz, lápis, canetas, pincéis e muito mais!

7. E falando em reaproveitamento…

Caixote como aqueles que você encontra na feira ou em supermercados também podem ser aliados da organização do quarto dos pequenos – especialmente de coleções, sapatos ou brinquedos maiores.

É só deixar a criatividade tomar conta!

Organização do quarto infantil é com a gente da Etiquetas & Adesivos Decor!

A Etiquetas & Adesivos Decor tem tudo o que você imagina para proporcionar o que há de mais prático em decoração e ambientalização para o quarto dos baixinhos! E já fique sabendo que praticidade é a palavra-chave que nos move: todos os adesivos, faixas, papéis de parede, adesivos de azulejo e demais produtos podem ser aplicados por você mesmo, com muita facilidade e sem sujeira!

Ah, e tem mais. Nós entendemos que as crianças podem ter gostos e vontades muito peculiares. Por isso, além dos produtos disponíveis em nosso site você também pode montar algo exclusivo para atender aos desejos dos pequenos!

Ficou curioso(a) para conferir? Então corre para o site e veja com os seus próprios olhos!

O guia do pai de primeira viagem

Até mesmo o pai mais incrível, aquele paizão que todos admiram, já esteve perdido e ansioso com a chegada do seu bebê e sem a certeza de saber o que fazer ou como se preparar.

Por isso, para o mês do dia dos pais, a Etiquetas e Adesivos preparou uma série de posts para celebrar a paternidade e compartilhar dicas úteis para os papais.

Para iniciar a nossa conversa, vamos focar nos que se tornaram pais recentemente ou estão ansiosos esperando o nascimento dos seus filhos. Não tenha medo dessa experiência transformadora: segure a ansiedade e anote algumas dicas. Vamos lá!

1 – Ajuste as suas expectativas

Como primeira dica, vamos fazer um ajuste de expectativas. A paternidade é uma experiência incrível e cheia de aprendizados, no entanto, a prática é completamente diferente da teoria. Por isso, é necessário ajustar um pouquinho as expectativas sobre como vai ser quando o seu filho nascer.

Muitos momentos da paternidade podem ser permeados por dúvidas como “será que eu agi corretamente” ou “será que realmente tomei a melhor decisão”. Isso significa que, por mais que você se prepare para esse momento, a jornada do pai é cheia de dúvidas e momentos de vulnerabilidade.

Aceite que isso é normal e você se livrará dos sentimentos de insegurança e culpa – que podem te visitar muitas vezes ao longo dos anos.

2 – Crie memórias e aproveite cada fase do crescimento

Apesar das noites mal dormidas que o seu filho recém nascido trará, tudo passa muito rápido e as crianças crescem em uma velocidade assombrosa. Por isso, tenha certeza de criar quantas memórias forem possíveis e registrar todos os momentos que puder, pois eles deixarão saudades.

As experiências da infância, como as viagens e os momentos verdadeiramente alegres vivenciados em família, ficam marcados, tanto nos pais quanto nos filhos, para toda a vida. Assim, esforce-se para criar essas memórias, tanto durante a gravidez quanto nos momentos que virão logo após o nascimento e nos anos seguintes.

3 – Seja o principal parceiro da mãe do seu filho

O período pós parto é delicado e requer uma série de cuidados. Os pais podem desempenhar um papel extremamente importante, especialmente nesta etapa, ao assumirem os cuidados do seu bebê e darem suporte integral para as mães.

A amamentação, sobretudo nos primeiros meses, pode ser uma tarefa que demanda muito tempo, inclusive o de sono, pois o bebê mama com muita frequência. Por isso, nas janelas de tempo em que o nenê está dormindo, a mãe pode descansar e adormecer por algumas horas enquanto o pai assume o cuidado e vigilância do seu filho.

Os cuidados com o bebê também podem aprofundar a parceria entre o casal. As tarefas domésticas podem se acumular facilmente com uma criança pequena que demanda cuidado e atenção quase que integral. Por isso, o papel paterno em manter um ambiente seguro e organizado é fundamental em todos os sentidos.

Por fim, uma última dica é: desenvolva o seu instinto paterno. Muito se fala sobre a intuição de mãe e sua capacidade de detectar perigos e antecipar ameaças. No entanto, os pais também podem e devem desenvolver e ouvir sua intuição para identificar o melhor para os seus filhos. Essa capacidade se aprofunda conforme o homem se envolve com a criação do bebê e se conecta emocionalmente com ele.

O que é Alienação Parental?

A emancipação feminina a partir dos movimentos feministas iniciados em 1800 se diversificaram, ganharam novas correntes e passaram a buscar novas demandas a partir de conquistas básicas, como o direito ao voto, garantindo às mulheres maior igualdade em relação aos seus pares homens.

Com o ingresso feminino no mercado de trabalho, a divisão de tarefas domésticas a partir do critério de gênero passou a ser questionada e os papéis entre homens e mulheres revistos com maior frequência, demandas que ainda estão em curso na sociedade atual.

Nesse cenário, como efeito da ampliação dos direitos femininos, novos deveres masculinos surgiram, já que homens e mulheres passaram a apresentar deveres e direitos mais igualitários entre si que alteraram a forma como o núcleo familiar é estruturado.

Uma das questões em que é possível observar essa dinâmica com maior clareza é no que toca à criação dos filhos, pois os homens deixaram de ter o papel exclusivo de provedores das suas famílias e passaram a responder às demandas emocionais e psicológica das suas crianças e se envolverem em diversos aspectos do desenvolvimento dos filhos que não eram comuns em dinâmicas familiares anteriores.

No entanto, os papéis que são esperados de homens e mulheres na sociedade ainda são persistentes e é possível observá-los na disputa pela guarda dos filhos. As mulheres costumam ser mais favorecidas nesse tipo de decisão e há uma noção geral que os filhos ficarão mais protegidos sob a guarda materna. Saiba mais a seguir!

Disputa pela guarda dos filhos em dados
Os dados relacionados aos resultados da disputa entre pais pela guarda dos filhos mostra uma tendência de que as mulheres se tornem guardiãs das crianças com maior frequência, o que revela que ainda há a percepção enraizada de que as mulheres devem ser responsáveis pela criação dos seus filhos enquanto os homens se responsabilizam pelo auxílio financeiro.

Essa tendenciosidade nas decisões legais faz com que os casos em que o inverso acontece, o pai ficando com a guarda da criança enquanto a mãe se responsabiliza pela pensão alimentícia, sejam menos comuns.

Alienação parental
Além disso, um conceito importante deve ser considerado dentro dessa dinâmica: a alienação parental. As situações em que um dos pais empregava estratégias para afastar o outro, manipulando memórias e a própria imagem do progenitor diante a criança foram tratadas pela primeira vez pelo psiquiatra Richard Gardner há apenas 40 anos.

Em situações em que a mulher faz alienação parental, essa tendência judicial acaba por favorecer a mãe alienadora e tornar mais difícil para o pai comprovar seu desejo genuíno de participar ativamente da criação dos seus filhos, tanto nas guardas compartilhadas quanto como único guardião.

Segundo especialistas, a guarda compartilhada seria a melhor estratégia para diminuir as chances de que um dos pais possa empregar a alienação parental como forma de obter privilégios e afastar a criança do outro.

Além disso, a guarda compartilhada empregada com maior frequência e aceita socialmente como algo natural e desejável seria o primeiro passo para colocar pai e mãe em posições mais igualitárias nas disputas pela guarda unilateral, já que os homens poderiam ter seu desejo legítimo de paternidade de guarda mais facilmente reconhecido.

Dicas infalíveis para Pais Cuidadosos

Pais cuidadosos demonstram o seu amor e cuidado para com os seus filhos de diversas maneiras, seja através de apoio em momentos difíceis ou pequenos gestos realizados no dia a dia.

Com ações grandes ou por meio de detalhes, a paternidade se mostra na atenção, na transmissão da segurança e do exemplo, nos momentos de descontração e alegria compartilhados e naqueles que demandam mais firmeza e autoridade para fazer correções e chamar atenção.

No entanto, os homens podem apresentar dificuldades para realizar algumas atividades e empregar alguns cuidados com suas crianças, sejam tarefas do dia a dia ou que envolvam aspectos mais sutis, como fornecer suporte emocional.

Por isso, preparamos algumas dicas de como realizar atividades de cuidado diário na rotina doméstica. Vamos lá!

Como preparar refeições atrativas para as crianças?

No cuidado diário com os filhos, o preparo de refeições pode ser um tema sensível. Para fugir um pouco das opções “comer fora” e “delivery”, algumas estratégias interessantes podem ser adotadas.

Cozinhar pratos que sejam saudáveis, atrativos e gostosos não é uma tarefa tão difícil quanto parece. Existem alguns pontos-chaves que podem ser considerados. Confira!

    • Equilibre as necessidades nutricionais com as preferências dos filhos, seja apresentando o mesmo ingrediente de maneiras diferentes ou inovando na maneira de montar o prato;

 

  • Aprenda pratos chaves! Preparar refeições para os seus filhos não precisa ser uma tarefa difícil se você focar em aprender receitas específicas e combiná-las e reinventá-las de maneiras diferentes,

 

Macarrão, por exemplo, é uma refeição fácil de agradar e pode ser complementada de muitas maneiras diferentes, assim como arroz de forno, saladas e sobremesas simples, como gelatina, frutas e bolos.

Há uma máxima que diz “comida é afeto”, por isso, cozinhar para alguém é um ato de amor. Na paternidade, o preparo de refeições também é uma maneira de estreitar vínculos, construir memórias e fortalecer narrativas. Este é um momento de criar e contar histórias e também de transmitir lições importantes.

Como planejar viagens com os seus filhos?

As memórias de viagens durante a infância e adolescência são marcantes por diversos motivos. Por isso, oferecer novas experiências e aventuras para os filhos é um presente único. Confira algumas dicas!

  • Prepare-se com antecedência: em uma viagem que envolve crianças e adolescentes há uma série de detalhes que podem passar batido e dar dor de cabeça:

 

  • Se antecipar é o melhor remédio: separe todos os documentos necessários de cada um e mantenha-os em fácil acesso o tempo todo. Ao separar roupas, considere todas as prováveis condições climáticas do destino e imprevistos. Mudas extras são sempre bem-vindas;

 

  1. Orientações: antecipe todos os riscos presentes na viagem e se prepare para eles. Converse com os seus filhos e dê orientações claras do que eles devem fazer caso se percam, como se comunicar com outras pessoas, quais ações e atitudes se atentar em locais desconhecidos e com estranhos.

Como criar momentos únicos de brincadeiras e descontração?

Jogos e brincadeiras são oportunidades únicas para criar memórias e aprofundar o vínculo entre pais e filhos. O compartilhamento de paixões em comum, como o esporte ou algum tipo de hobbie e habilidade, é de valor inestimável.

Explore experiências ainda não vivenciadas e busque fazer diferente, seja através de práticas como a pesca, esportes em família ou desenvolvimento de uma nova habilidade, como marcenaria e pintura, por exemplo.

Faça brincadeiras e gincanas para pais e filhos, como guerra de bolinhas de papel, teatro, telefone sem fio, alerta cor, bolhas de sabão, piquenique, entre muitas outras. Momentos como esse fazem parte da rotina de um pai cuidadoso e participativo e deixam boas memórias familiares. Por fim, criar desafios e competições pode ser uma oportunidade valiosa para transmitir o espírito esportivo e aprendizados como os valores das perdas e vitórias.

A mudança nas responsabilidades dos pais nos dias de hoje

Historicamente, os papéis de pai e mãe, atrelados ao que é esperado de um homem ou de uma mulher, se transformaram ao longo do tempo. Até o século XIX, os pais eram responsáveis pelo provimento das suas famílias, enquanto as mães cuidavam dos aspectos emocionais e tomavam decisões sobre a educação das suas crianças.

Nos dias atuais, com as mulheres plenamente inseridas no mercado de trabalho e dividindo a tarefa do sustento familiar com os seus parceiros, esses papéis se tornaram mais flexíveis e os direitos e deveres, tanto em termos financeiros quanto nos demais aspectos, mais equilibrados.

Dessa maneira, a compreensão do que é paternidade, bem como os deveres de um pai, foram significativamente alteradas. Espera-se que um pai não forneça apenas provimento econômico, mas também que aprofunde os laços emocionais com os seus filhos e esteja atento às demandas subjetivas da criança, acompanhando mais de perto o seu desenvolvimento. Saiba mais a seguir!

Paternidade moderna: os desafios para equilibrar demandas financeiras e emocionais dos filhos

Apesar das mudanças nos papéis femininos e masculinos, os velhos ideais ainda persistem. Dessa maneira, a dinâmica econômica familiar pode ter sofrido alterações significativas, mas os papéis esperados e mesmo desempenhados, ainda são similares: homens são mais cobrados pelo provimento familiar e as mulheres pelas obrigações familiares.

Por esse motivo, é mais adequado considerar que houve uma convergência de papéis e não uma mudança profunda. Isso significa que tanto homens como mulheres são chamados a desempenhar o seu papel dito tradicional, porém, com a adição de novos deveres e direitos.

Para os pais, por exemplo, isso significa o desafio de manter seu papel tradicional e sustentar a família, ainda que com a contribuição da sua parceira, e encontrar tempo para acompanhar mais de perto seus filhos, participar das tarefas domésticas e dos cuidados diários das suas crianças.

Atender às múltiplas demandas e responsabilidades pode ser um desafio. Ainda que o casal tenha um acordo muito bem claro entre si das responsabilidades e deveres de cada parte, as mudanças na dinâmica familiar ainda representam um desafio e mostram obstáculos ao equilíbrio trabalho e vida familiar.

Pais que desejam se fazer presente e escapar do papel de provedor vivenciam o desafio de encontrar tempo para dar atenção aos filhos não apenas em datas especiais, como férias e viagens em família, mas também na participação e cuidado ativo, diário e contínuo, como o acompanhamento escolar, o preparo de refeições, a ida ao médico e diversas outras atividades.

A sensação de não estar acompanhado os filhos de perto ou dando a atenção devida pode surgir em diversos momentos. Além disso, há também a tendência dos pais demandarem menos tempo semanal com seus filhos do que as mães. Os desafios da paternidade moderna são complexos e envolvem tanto o tipo de relacionamento estabelecido com o trabalho quanto a dinâmica de cada família e os acordos feitos entre os seus membros.

Para concluir, as mudanças nas responsabilidades dos pais nos dias atuais são inegáveis e os homens investem, hoje, muito mais tempo e energia acompanhando e cuidando dos seus filhos do que há um século atrás.